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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

AEL entrega aeronave ‘Bandeirulha’ P-95M à FAB

Poder Aéreo

A empresa AEL Sistemas, de Porto Alegre, entregou, na última semana, a primeira das oito aeronaves P-95M à Força Aérea Brasileira. O projeto de modernização, atualmente realizado no Parque de Material de Aeronáutica dos Afonsos, no Rio de Janeiro, tem como foco substituir equipamentos eletrônicos e instalar um novo radar. O painel analógico foi substituído por quatro modernas telas digitais que melhoram a consciência situacional e aumentam a segurança da tripulação, enquanto que o radar Seaspray 5000E de 48 quilos de peso vai permitir a detecção de navios a até 370 quilômetros de distância.





P-95M painel

Os aviões P-95 poderão também acompanhar até 200 alvos simultaneamente, realizar mapeamento de terrenos e detectar aeronaves. Os “Bandeirulhas” são aeronaves de patrulha marítima e fazem a vigilância aérea do mar territorial brasileiro, além de atividades como a busca e salvamento de náufragos e o combate à pesca ilegal, pirataria e crimes ambientais. Também são usados em missões especiais de combate e de inteligência. As aeronaves entregues devem ser operadas pelos esquadrões Phoenix (2º/7°GAV) e Netuno (3º/7°GAV), sediados nas bases aéreas de Florianópolis (SC) e Belém (PA).


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