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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

AEL entrega aeronave ‘Bandeirulha’ P-95M à FAB

Poder Aéreo

A empresa AEL Sistemas, de Porto Alegre, entregou, na última semana, a primeira das oito aeronaves P-95M à Força Aérea Brasileira. O projeto de modernização, atualmente realizado no Parque de Material de Aeronáutica dos Afonsos, no Rio de Janeiro, tem como foco substituir equipamentos eletrônicos e instalar um novo radar. O painel analógico foi substituído por quatro modernas telas digitais que melhoram a consciência situacional e aumentam a segurança da tripulação, enquanto que o radar Seaspray 5000E de 48 quilos de peso vai permitir a detecção de navios a até 370 quilômetros de distância.





P-95M painel

Os aviões P-95 poderão também acompanhar até 200 alvos simultaneamente, realizar mapeamento de terrenos e detectar aeronaves. Os “Bandeirulhas” são aeronaves de patrulha marítima e fazem a vigilância aérea do mar territorial brasileiro, além de atividades como a busca e salvamento de náufragos e o combate à pesca ilegal, pirataria e crimes ambientais. Também são usados em missões especiais de combate e de inteligência. As aeronaves entregues devem ser operadas pelos esquadrões Phoenix (2º/7°GAV) e Netuno (3º/7°GAV), sediados nas bases aéreas de Florianópolis (SC) e Belém (PA).


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