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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Brasil comprará sistemas antiaéreos Pantsir-S1 da Rússia

O embaixador brasileiro em Moscou, Antonio José Vallim Guerreiro, afirmou na terça-feira (15) que o Brasil está estudando a compra de três sistemas antiaéreos russos Pantsir-S1. Na semana passada, um militar sênior da corporação de tecnologia da Rússia havia adiantado que a Defesa brasileira compraria um jogo do complexo em 2016.


Sputnik

“Como eu entendi, serão três sistemas. O contrato é de US$ 500 milhões e será assinado em 2016”, disse o embaixador à RIA Novosti.


Sistema de defesa Pantsir
Pantsir S1© Sputnik/ Vitaly Belousov

A assinatura do contrato para a compra de Pantsir-S1 foi já adiada por alguns anos. Inicialmente, o Brasil propôs adquirir essas armas para reforçar a segurança durante a celebração da Copa do Mundo de 2014. Agora, o foco são os Jogos Olímpicos de 2016, visto que o armamento foi desenvolvido para proteger instalações militares, industriais e administrativas.

O sistema de artilharia antiaérea móvel, armado com sofisticados mísseis superfície-ar Pantsir-S1, representa a continuação do desenvolvimento do complexo Tunguska-M1. As suas capacidades de combate podem lidar com todos os tipos de veículos aéreos tripulados e não tripulados modernos, incluindo armas aéreas de precisão localizadas a bordo. É produzido pela Rostec e exportado pela Rosoboronexport, braço de exportação de produtos militares do conglomerado russo.

Uma das principais características do complexo é a presença de um armamento combinado de mísseis e de armas que, por sua vez, permite criar uma zona contínua de destruição e manter um bombardeamento contínuo de 18 a 20 km. Pode atingir, simultaneamente, quatro alvos, voando a velocidades de até 1000 metros/segundo.

Isto foi conseguido através do uso da estação de rastreamento de alvos e mísseis construída com a utilização de um radar de varredura eletrônica e também pelo uso de um sistema ótico-eletrônico moderno que funciona 24 horas. O Pantsir-S1 pode ser usado ainda para destruir alvos terrestres e de superfície levemente blindados.

A operação do Pantsir-S1, desde a busca de alvos até a sua destruição, realiza-se com um mínimo de cálculos e um curto tempo de resposta. Ao mesmo tempo, o equipamento pode atirar de canhões e de armas, mesmo em movimento.

Devido ao sistema adaptativo de controle de armas radar-ótico multímodo, o Pantsir-S1 tem alta imunidade a ruídos e capacidade de sobrevivência nas condições de supressão eletrônica e de fogo. Foi criado de forma modular e pode ser instalado em diferentes trens de pouso com rodas ou lagartas, bem como em plataformas estacionárias.


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