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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

China critica reforma constitucional japonesa

A adoção da nova lei japonesa que autoriza a participação de militares do país em conflitos internacionais é um ato sem precedentes desde o fim da Segunda Guerra Mundial e contradiz as tendências atuais de paz e cooperação, segundo oficiais chineses.


Sputnik

O documento em questão altera radicalmente a Constituição do país, abolindo o Artigo 9 do documento, em uma votação realizada em meio de protestos que reuniram mais de 40 mil manifestantes em frente ao Congresso Nacional. 


Shinzo Abe e Xi Jinping
Shinzo Abe e Xi Jinping © AP Photo/ Kim Kyung-Hoon, Pool

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores chinês, as ações da parte japonesa podem provocar suspeitas da comunidade internacional de que o Japão pretende “abandonar a política de estrita defesa e o caminho pacífico do período pós-guerra”.

Até então o Japão proibia o uso de forças armadas no exterior, por tal ser «anticonstitucional».

Segundo a lei, as forças de autodefesa podem usar armas se um aliado japonês for atacado e existir ameaça para a existência do país e segurança da população. Além disso, o Japão reconhece o direito de usar armas em caso da provocação militar causada por outro Estado. A lei também prevê usar as forças de autodefesa para proteger os cidadãos e liberar reféns japoneses no exterior.


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