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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Cinco coisas que você desconhecia sobre os tanques russos

As tropas de tanque formam a principal força de ataque dos exércitos modernos mundo afora. Descubra curiosidades sobre os veículos russos.


VADIM MATVÉIEV | GAZETA RUSSA

1. Como distinguir um T-64 de um T-72, T-90 e T-80?

À primeira vista são veículos muito parecidos, mas, analisando atentamente, nota-se grandes diferenças. A mais visível delas é o diâmetro e o aspecto externo das rodas de apoio da esteira.


T-72 tem rodas de 750 mm de diâmetro revestidas por espessa camada de borracha Foto: Iúri Smitiuk/TASS

No T-64, as rodas têm 555 mm de diâmetro e são fabricadas por estampagem, além de serem estreitas e desprovidas de borracha externa. No caso do T-72, têm 750 mm de diâmetro e são revestidas por uma espessa camada de borracha. Já o T-80 tem rodas de 670 mm, largas, revestidas com borracha, com a forma de um prato fundo e uma cúpula central rodeada por parafusos. O T-90, tal como o T-72, também possui rodas de 750 mm de diâmetro.

Também é fácil distinguir esses tipos de tanque pela localização do sensor de infravermelhos. No T-64, ele vem instalado à esquerda do canhão do tanque, enquanto o T-72 e o T-80 o trazem à direita do cano do canhão.

Por fim, tanto o T-64, como o T-72 e o T-90, vêm equipados com uma única seção do dispositivo de visualização do condutor do tanque, enquanto o T-80 possui três dessas seções.

2. O tanque moderno mais fabricado no mundo é o T-72

Desde o início da produção em série do T-72, em 1974, até os dias de hoje, a fábrica Uralvagonzavod já fabricou mais de 20.500 tanques desse tipo. O pico de fabricação aconteceu em 1985, quando da linha de produção da Uralvagonzavod saíram 1.559 tanques T-72.

A produção do T-72 foi licenciada nas antigas Iugoslávia e Tchecoslováquia, Polônia e Índia.

3. Primeiro tanque do mundo com turbina a gás é o T-80

O T-80 foi o primeiro tanque em série do mundo com o principal sistema de propulsão assentado em um motor de turbina a gás. Além dó Exército russo, pode-se vê-lo em ação nos exércitos da Ucrânia, Bielorrússia, Coreia do Sul, Uzbequistão, Chipre e Paquistão.

Ucrânia e Bielorrússia são alguns dos países que possuem T-80 em seus arsenais Foto: TASS

4. Todos os tanques russos e soviéticos conseguem se autoentrincheirar

Os tanques soviéticos da série T traziam sempre um dispositivo que lhes permitia se entrincheirarem, enquanto os projetistas dos tanques ocidentais negligenciaram durante muito tempo esse dispositivo extremamente útil em um veículo de combate.

O equipamento que permite ao tanque se autoentrincheirar consiste em uma espécie de pá de bulldozer fixada à inclinação frontal inferior do tanque. Alguns minutos de funcionamento do dispositivo e a trincheira está pronta.

5. Por que o T-90 MBT recebeu o nome de ‘Vladímir’?

T-90, ou Vladímir, em ensaio para o Dia da Vitória, em Alabino Foto: Mikhail Djaparidze/TASS

O tanque T-90, que entrou em serviço em 1992, recebeu o nome de ‘Vladímir’ em homenagem ao seu criador, Vladímir Ivanovitch Potkin. Depois que o famoso construtor faleceu, em maio de 1999, o governo russo decidiu colocar o nome de ‘Vladímir’ à sua criação.


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