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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Comandante da Marinha aponta programa nuclear e construção de submarinos como prioridades

Poder Naval

Apesar da compressão orçamentária imposta pela atual crise econômica, o comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, demonstrou entusiasmo quanto ao desenvolvimento de projetos estratégicos em curso na pasta. A questão foi tratada, nesta quinta-feira (27), em debate na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).




– A Marinha sentiu [o corte]. Saiu de um orçamento de R$ 5,2 bilhões para R$ 3,9 bilhões. O primeiro passo é estabelecer prioridades claras, que são o programa nuclear e de construção de submarinos, além da manutenção de nossa esquadra operando – comentou Bacellar.

Para o comandante da Marinha, qualquer ameaça à soberania brasileira viria necessariamente pelo mar. Daí a grande preocupação, conforme revelou, de manter o Atlântico Sul livre de conflitos. A estratégia para alcançar este objetivo estaria focada, assim, no combate ao tráfico de drogas, armas e pessoas (imigração ilegal via navio mercante) e na defesa das bacias petrolíferas, inclusive as do pré-sal.

Em relação a outros desafios impostos, reconheceu a obsolescência do poder naval, observando que algumas fragatas têm quase 60 anos. A necessidade de investimentos na área seria de cerca de R$ 600 milhões anuais, mas a Marinha só estaria recebendo um terço disso.

– Não adianta uma capacidade de defesa boa sem regularidade de recursos – declarou Bacellar.

A preocupação do comandante da Marinha com o impacto da crise orçamentária sobre os projetos estratégicos da pasta foi compartilhada pelo presidente da CRE, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), e pelos senadores Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Ana Amélia (PP-RJ), Cristovam Buarque (PDT-DF), Lasier Martins (PDT-RS), Jorge Viana (PT-AC) e Raimundo Lira (PMDB-PB), que se manifestaram durante o debate.


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