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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Deputado sírio: centro de coordenação contribui para derrota do Estado Islâmico

A criação do centro conjunto de informação para coordenar as ações da luta contra o Estado Islâmico é um aspeto importante do combate contra o terrorismo e corresponde à tradição de cooperação estreita e prolongada entre a Rússia e Síria, disse o deputado sírio e secretário do Conselho Popular da Síria (parlamento do país), Khaled al-Abud.


Sputnik

A Rússia juntou os seus esforços aos da Síria, Irã e Iraque para coordenar a luta contra o grupo radical Estado Islâmico. As competências do centro criado em Bagdá incluem coletar, classificar e analisar dados sobre a situação atual no Oriente Médio no contexto de combate contra militantes islamitas, distribuir as informações e transmiti-las de forma atempada aos estados-maiores dos países que fazem parte do centro.


Bandeira do Estado Islâmico
Bandeira do Estado Islâmico © Foto: Screenshot

“O estabelecimento do centro de informação é um passo muito importante. Pressupomos que mais países venham a aderir ao centro. Não se exclui que um dia os EUA reconheçam tal coalizão regional”, disse o político.

O deputado sublinhou que as relações russo-sírias que existem já há muito tempo se estreitam devido à luta contra o terrorismo.

Comentando os rumores sobre um pedido oficial da Síria de enviar tropas russas para o país, al-Abud disse que “não possui informações exatas”. Segundo o político, os legisladores do país apresentaram tais propostas, mas, segundo a Constituição síria, a decisão deve ser tomada pelo poder executivo, encabeçado pelo presidente.

Entretanto, a França começou a bombardear posições do Estado Islâmico em território sírio. Um membro da comissão para as relações exteriores no parlamento sírio, Hussein Rageb, disse que os ataques aéreos realizados pela França são uma violação de direito internacional.

“É mais uma interferência em um país soberano. Qualquer ataque realizado sem ser coordenado com Damasco será considerado ilegal”, frisou Rageb.

Na opinião do membro de parlamento sírio, os ataques aéreos da França são uma resposta ao governo russo, que promoveu a ideia de criação do centro de coordenação em Bagdá.

“Enquanto muitos países alteram a sua atitude para com as negociações com as autoridades sírias, a França continua mantendo relações com a Síria por meio de chamadas “alusões” políticas. Estamos à espera das desculpas de França pela sua atividade e exigimos que todos reconheçam que Damasco deve ser uma força central no combate internacional contra o Estado Islâmico, a Frente al-Nusra, etc.”, disse.

Em 25 de setembro foi tornado público que militares russos, sírios e iranianos organizaram em Bagdá um centro de coordenação para cooperar com os xiitas no combate contra a organização terrorista Estado Islâmico. No domingo (27) o Ministério da Defesa iraquiano informou que em breve começará a compartilhar a informação de segurança e inteligência com a Rússia, Irã e Síria. Vladimir Putin disse que informou pessoalmente os líderes da Turquia, Jordânia e Arábia Saudita sobre a criação do mecanismo.

O grupo terrorista Estado Islâmico (proibido na Rússia), anteriormente designado por Estado Islâmico do Iraque e do Levante, foi criado e, inicialmente, operava principalmente na Síria, onde seus militantes lutaram contra as forças do governo. Posteriormente, aproveitando o descontentamento dos sunitas iraquianos com as políticas de Bagdá, o Estado Islâmico lançou um ataque maciço em províncias do norte e noroeste do Iraque e ocupou um vasto território. No final de junho de 2014, o grupo anunciou a criação de um "califado islâmico" nos territórios sob seu controle no Iraque e na Síria.



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