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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

EUA bloqueiam proposta da Rússia na ONU contra EI

Correio do Brasil, com Sputnik-Brasil – de Nova York, EUA

Os Estados Unidos bloquearam a proposta da Rússia de incluir o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na lista de sanções do Conselho de Segurança da ONU, mas Moscou continuará levantando essa questão. A declaração é do diretor do departamento para novos desafios e ameaças do ministério das relações exteriores da Rússia, Ilia Rogachev, neste sábado.


Caça russo patrulha território ocupado pelo Estado Islâmico, na Síria
Caça russo patrulha território ocupado pelo Estado Islâmico, na Síria

— Não é segredo pra ninguém que o EI é uma estrutura independente que de certa forma serve como rival da ‘Al-Qaeda’. Nós já propomos incluir o EI na lista de sanções da ONU como grupo independente. Mas nossa proposta é bloqueada pelos membros ocidentais do Conselho de Segurança, em primeiro lugar os EUA, sob vários pretextos —afirmou o diplomata russo.

Segundo Rogachev, eles consideram que o “Estado Islâmico é a ‘Al-Qaeda’ no Iraque, que mudou de ‘marca’, que a Al-Qaeda renasceu, que a ‘Al-Qaeda no Iraque’ não existe mais, mas Moscou possui “outras informações”.

— Nós consideramos que os norte-americanos afirmam isso apenas por causa das circunstâncias: o desejo de mostrar que o poder do EI e o seu sucesso atual não deriva do fato de que os ocidentais, especialmente os Estados Unidos, nutriram a oposição ao governo de Bashar al-Assad, inclusive destinando recursos significativos nas mãos de extremistas. Isso é uma posição puramente política, que não tem quase nada a ver com medidas antiterroristas. Portanto, nós levantamos fortemente esta questão e continuaremos a colocar enfaticamente — disse Rogachev.


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