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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

EUA dispostos a negociar com Assad

Pela primeira vez, o secretário de Estado dos EUA John Kerry declarou que os EUA estão dispostos a negociar com o governo sírio para resolver o conflito no país sem a deposição do presidente Assad como condição obrigatória.


Sputnik

"Precisamos começar a negociação. Isso é o que estamos procurando e nós esperamos que a Rússia e o Irã, e quaisquer outros países com influência, ajudem a realizá-lo, porque é isso que está impedindo que esta crise acabe", Kerry disse no sábado (19) citado pela Reuters.


Nota do editor: Engraçado, eu achava que o que estava impedindo a solução da crise na Síria é a determinação de Obama em causar um golpe de estado para destituir Assad, dando armas, munições, treinamento e tropas de elite para que os rebeldes pudessem criar a atual situação e provocar a queda do governo sírio. Pelo menos é isso que está em toda a imprensa internacional, desde o início do conflito até hoje. Depois da Rússia enviar ajuda aos sírios, Kerry muda o tom e diz que quer diálogo sem que Assad precise ser derrubado.

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry
John Kerry © AP Photo/ Pablo Martinez Monsivais, Pool

Kerry acrescentou que remover Assad do poder não é um ponto de atrito, estando ele aparentemente disposto a permitir o início das negociações.

"Não tem que ser em um dia ou um mês… há um processo pelo qual todas as partes têm que passar juntos para chegar a um entendimento melhor como isto pode ser alcançado", disse Kerry.

Tentativas anteriores de negociação entre algumas fações de grupos rebeldes e do governo sírio em 2012 e 2014 terminaram com impasse pois os EUA exigiram um acordo que removesse Assad do poder antes de as tentativas de mediação serem feitas.

Ao mesmo tempo, o chanceler britânico Philip Hammond expressou outra posição.

"Por causa do envolvimento russo, a situação na Síria é cada vez mais complicada. Eu acho que nós precisamos discutir isso como parte de um problema muito maior — as pressões migratórias, a crise humanitária na Síria, bem como a necessidade de derrotar o Estado Islâmico (EI)", afirmou o chanceler britânico depois das negociações com o secretário de Estado americano John Kerry em Londres.

É de lembrar que o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov disse antes que, desde o início da crise síria, a postura oficial da Rússia é que somente o povo sírio pode definir o seu futuro e somente por via de eleições democráticas.



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