Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Forças ocidentais criticam África do Sul por denúncia aos EUA

Correio do Brasil, com Sputnik Brasil – de Cidade do Cabo e Londres

A África do Sul acusou, frontalmente, os EUA por causar a guerra na Ucrânia, no intuito claro de confrontar Otan e Moscou para desestabilizar, econômica e politicamente, o leste europeu. O Congresso Nacional Africano (CNA), partido dirigente da África do Sul, rejeita, assim, “a amizade com o Ocidente, podendo provocar problemas para si” ameaça a edição britânica da revista ultraconservadora The Economist.


Militante do CNA caminha com a bandeira da legenda pelas ruas da Cidade do Cabo
Militante do CNA caminha com a bandeira da legenda pelas ruas da Cidade do Cabo

O CNA preparou o relatório intitulado A Better Africa in a Better and Just World (A África Melhor em um Mundo Melhor e Justo, em tradução livre) para uma conferência política, apelando ao país para se voltar dos EUA à Rússia e à China. Os políticos sul-africanos consideram que o conflito ucraniano é uma parte da estratégia de Washington contra a Rússia.

“A guerra na Ucrânia não se realiza pela Ucrânia. O objetivo é a Rússia. Os vizinhos da Rússia são empurrados para tomar uma posição hostil para com a Rússia, tal como a China, e para aderir à UE e OTAN. São criados Estados pró-ocidentais para cercar a Rússia; os seus territórios são usados para instalar o material bélico da OTAN dirigido contra a Rússia”, diz o relatório.

A The Economist vai mais longe, afirma que o CNA desviou-se do patrimônio de Nelson Mandela e está sob o perigo de “tornar a África do Sul um palhaço nem somente na África”.

Mencionando que os EUA e a UE são parceiros comerciais mais importantes do país, a edição mostra, mais uma vez, que o Ocidente intimida os seus aliados, ameaçando parar o apoio de bilhões de dólares. “Embora o Ocidente afirme que o apoio está dado no âmbito da linha para a igualdade universal, parece que os países mais fracos são abandonados caso realizem o seu direito de expressar a sua própria opinião”, comenta a agência russa de notícias Sputnik.

A revista britânica também classifica a política externa da África do Sul incompetente e imoral:

“Se agora o Congresso Nacional Africano rejeita os amigos liberais da República da África do Sul e liga o seu destino aos ‘regimes perigosos’ (os países do BRICS), presta um mau serviço aos africanos”, diz o artigo.

Desde fevereiro de 2014, Kiev e Ocidente acusam a Rússia de apoiar os independentistas ucranianos e de interferir nos assuntos internos da Ucrânia. Kremlin, no entanto, garante não ter qualquer envolvimento na crise interna ucraniana e diz estar totalmente interessada numa resolução pacífica do conflito no país vizinho.


Postar um comentário