Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

França bombardeia Estado Islâmico na Síria

A França anunciou seus primeiros ataques aéreos contra o grupo Estado Islâmico na Síria no domingo (27).


Sputnik

O porta-voz do presidente francês disse que os ataques atingiram alvos identificados durante missões de reconhecimento realizadas nos últimos quinze dias.


Uma explosão no Noroeste da Síria, em 10 de agosto de 2015
© AFP 2015/ OMAR HAJ KADOUR

A operação que visa "lutar contra a ameaça terrorista" do Estado Islâmico (EI) foi coordenada com os parceiros regionais, indica um breve comunicado.

Na semana passada o ministro da Defesa francês anunciou que a aviação militar francesa bombardearia as posições dos militantes do agrupamento extremista EI na Síria “nas próximas semanas”.

Antes, o presidente francês François Hollande declarou que os bombardeios das posições do EI na Síria são “necessários”.

Segundo o The Guardian, as autoridades francesas justificaram os bombardeios dizendo que é uma resposta abrangente ao caos sírio:

“A população civil deve ser protegida de todas as formas da violência provocada pelo EI e outros agrupamentos terroristas mas também dos bombardeios mortíferos de Bashar al-Assad”.

Segundo a agência de notícias Reuters, na coletiva de imprensa no âmbito da sessão da Assembleia Geral da ONU Laurent Fabius, chanceler francês, disse que o presidente sírio, Bashar al-Assad, não pode participar da futura estrutura política do país.

A França tomou tal decisão um dia antes de Hollande se juntar a outros líderes em Nova York para discutir a situação na Síria. Por enquanto, as posturas são absolutamente apostas.

A representante oficial do Ministério russo das Relações Exteriores, Maria Zakharova, disse na sua página em Facebook que as ações da França contradizem o direito internacional:

“Gostaria de saber mais detalhes sobre o conceito de autodefesa na forma de ataques aéreos a um país que não ataca ninguém, para mais sem o seu acordo, e também sobre a adequação destes ataques ao direito internacional. Que engraçadinhos! O referendo na Crimeia é uma anexação; já ataques aéreos sem o aval do Conselho de Segurança nem acordo do governo é autodefesa”, escreveu Zakharova.


Postar um comentário