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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Japão lança ao mar o porta-helicópteros ‘Kaga’, em homenagem a porta-aviões da Segunda Guerra

Poder Naval

O Japão lançou o segundo navio de sua nova classe de porta-helicópteros – os maiores navios de guerra japoneses lançados desde a Segunda Guerra Mundial – numa cerimônia em Yokohama.


Kaga DDH-184 helicopter carrier

O “Kaga” de 24.000 toneladas (DDH-184) – construído pelo estaleiro Japan Marine United – tem o mesmo nome de um porta-aviões da Marinha Imperial Japonesa da Segunda Guerra Mundial, que fez parte do ataque a Pearl Harbor e foi afundado na Batalha de Midway.

O navio se segue ao JS Izumo (DDH-183) que entrou em serviço na Japanese Maritime Self Defense Force (JMSDF) em março.

Os japoneses dizem que as missões primárias do navio são a guerra antissubmarino (ASW) e missões humanitárias e alívio de desastres (HADR).

Os navios “aumentam a nossa capacidade de lidar com os submarinos chineses que se tornaram mais difíceis de detectar”, disse um oficial da JMSDF ao Asahi Shimbum em março.

O navio vai embarcar sete helicópteros Mitsubishi-built SH-60k antissubmarino e sete AgustaWestland MCM-101 de contramedidas de minas, segundo a publicação do U.S. Naval Institute, Combat Fleets of the World.

Os navios poderão operar também com aeronaves “tilt-rotor” MV-22 Osprey e potencialmente poderão embarcar no futuro aeronaves Lockheed Martin F-35 Lighting II Joint Strike Fighter (JSF) da versão STO/VL – short takeoff and vertical landing.

Quando o Kaga entrar em operação, o Japão terá quatro porta-helicópteros. Além do Izumo, a JMSDF tem também porta-helicopteros da classe Hyuga de 18.300 toneladas.



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