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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Kremlin: Kiev volta a provocar a escalada do conflito na Ucrânia

As autoridade de Kiev estão novamente tomando decisões que provocam a escalada do conflito em Donbass e aumentam as tensões nas relações russo-ucranianas, declarou nesta quinta-feira, 3, a representante oficial do ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


Sputnik

“Diante de uma discussão internacional mais ativa e construtiva envolvendo a situação na Ucrânia, Kiev está novamente proferindo declarações agressivas e mesmo bélicas e tomando decisões voltadas para a escalada de seu conflito interno” – disse a diplomata durante uma entrevista coletiva em Moscou.


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko em visita a base militar nos arredores de Kiev em 4 de abril de 2015
Piotr Poroshenko © AFP 2015/ GENYA SAVILOV

“Estão sendo realizadas tentativas de transferir a responsabilidade pelo início da guerra no sudeste do país e dificultar ainda mais as relações russo-ucranianas” – frisou a representante da chancelaria russa.

Em fevereiro de 2014 um golpe de Estado em Kiev promoveu a troca de poder na Ucrânia. Preocupadas com a política das novas autoridades do país, as populações das regiões de Donetsk e Luganks, no sudeste do país, e que juntas formam a região de Donbass, rejeitaram a legitimidade do novo gabinete em Kiev.

Kiev e o Ocidente acusam a Rússia de apoiar os independentistas e de interferir nos assuntos internos da Ucrânia. Kremlin, no entanto, garante não ter qualquer envolvimento na crise interna ucraniana e diz estar totalmente interessada numa resolução pacífica do conflito no país vizinho.

Em meados de abril de 2014, a Ucrânia deu início a uma operação militar para reprimir de forma violenta os ânimos independentistas. A fim de buscar uma solução para o conflito, em 12 de fevereiro de 2015 representantes da Alemanha, Rússia, França e Ucrânia se reuniram na capital da Bielorrússia e determinaram a retirada de tropas e o cessar-fogo completo em Donbass, através da assinatura dos chamados Acordos de Minsk. Representantes de Donetsk e Lugansk, no entanto, têm repetidamente declarado que Kiev viola os acordos.



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