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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Míssil soviético destrói tanque M1 Abrams americano (Vídeo)

A operação terrestre no Iêmen liderada pela Arábia Saudita com uso de tanques M1 Abrams produzidos nos EUA resultou imediatamente em perdas de material blindado.


Sputnik

O vídeo mostra os supostos rebeldes houthis no Iêmen usando o antigo complexo antitanque soviético telecomandado Fagot para destruir um tanque de combate M1 Abrams produzido nos EUA e operado por militares da Arábia Saudita. 


Tanque americano Abrams em chamas
© AP Photo/ Hadi Mizban

O choque direto do míssil Fagot contra a torre do M1 fez detonar as munições do tanque armazenados na parte traseira da torre.

Esta é a parte mais vulnerável do tanque de combate americano que deixa a tripulação praticamente sem chance de sobreviver.


Pelo contrário, a torre do novo tanque russo Armata não tem tripulantes, sendo controlada remotamente a partir de uma cápsula blindada.

O complexo antitanque telecomandado Fagot entrou em serviço operacional em 1970.

Atualmente, a Arábia Saudita, o Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Egito, Jordânia, Marrocos, Paquistão e Sudão estão realizando a pedido do fugitivo presidente do Iêmen, Abd Rabbuh Mansur Hadi, a operação "Restaurando a Esperança" contra os rebeldes xiitas houthis. Este é, desde 21 de abril, o nome oficial da intervenção militar no Iêmen, que começou em finais de março.

Os ataques aéreos realizados pela coalizão árabe já resultaram em centenas de mortos entre a população civil. Em meados de julho as forças leais ao presidente Hadi, com o apoio das forças da coalizão, expulsaram os houthis da cidade portuária de Áden e agora, segundo algumas fontes, estão preparando uma ofensiva contra a capital do Iêmen, Sanaa, que neste momento está sob controle dos houthis.





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