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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

MPF/SP recomenda suspensão do resultado de concurso público da Amazul e nova classificação dos candidatos

Inquérito comprovou irregularidades no processo de seleção


Assessoria de Comunicação | Procuradoria da República no Estado de S. Paulo

O Ministério Público Federal em São Paulo recomendou à Amazônia Azul Tecnologias de Defesa (Amazul) que suspenda o resultado do concurso público para o cargo de técnico em desenvolvimento de tecnologia nuclear – operador de processo I, realizado em 2014. O inquérito instaurado para apurar irregularidades no certame revelou que a pontuação final foi calculada de forma contrária às regras que constam no edital. O MPF também reivindica uma nova classificação dos candidatos e a divulgação das medidas adotadas.




De acordo com as investigações, a Amazul realizava a fase do teste de aptidão física (TAF) de forma classificatória e eliminatória. A nota era somada à pontuação da prova objetiva a fim de obter o resultado final. Porém, o edital de abertura é claro ao definir que o TAF é de caráter eliminatório, de forma que os candidatos reprovados nesta etapa não tenham classificação no concurso. A instituição também não realizava a prova de títulos, fase prevista no edital como de caráter classificatório e que deveria ser feita após a realização da prova objetiva.

O MPF recomenda ainda que a Amazul anule a contratação dos candidatos já nomeados e que convoque aqueles que foram aprovados na reclassificação. A instituição tem 10 dias para informar se irá acatar as medidas recomendadas. A Amazul é uma empresa pública federal voltada ao desenvolvimento de tecnologias para o Programa Nuclear Brasileiro e para o setor nuclear da Marinha. A recomendação foi expedida pelo procurador da República José Roberto Pimenta Oliveira.


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