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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Nicolas Sarkozy: Nova Guerra Fria com a Rússia é um erro grave

O ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirmou em entrevista ao Le Figaro na quarta-feira (9) que o mundo precisa da Rússia para acabar com a guerra civil na Síria e expulsar o Estado Islâmico. Ele também conclamou o Ocidente a não iniciar uma nova Guerra Fria.


Sputnik

“Preparar o terreno para uma nova Guerra Fria com a Rússia é um erro grave. Precisamos da Rússia para acabar com o conflito na Síria e na nossa luta contra Estado Islâmico… A Rússia deve voltar ao G8 e levantar a proibição de importação de carne, enquanto que a Europa precisa reiniciar o diálogo mutuamente benéfico com Moscou”, disse Sarkozy.


Nicolas Sarkozy
Nicolas Sarkozy © Sputnik/ Ekaterina Chesnokova

Os EUA, a União Europeia e os seus aliados impuseram várias rodadas de sanções econômicas, financeiras e tecnológicas sobre a Rússia sobre sua suposta intromissão nos assuntos internos da Ucrânia. A Rússia tem repetidamente negado as afirmações e respondeu às restrições com a proibição de importação de alimentos.

Em outubro, segundo o Palácio Eliseu, os líderes de França, Alemanha, Ucrânia e Rússia se encontrarão em Paris para debater a questão ucraniana.


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