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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

ONU rejeita reclamação do Japão contra visita de Ban Ki-moon à China

A Organização das Nações Unidas desconsiderou nesta segunda-feira as reclamações do Japão sobre a visita planejada do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, à China, no próximo dia 3, para participar da parada militar em comemoração aos 70 anos da derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial.


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Segundo a ONU, o evento em Pequim, na quinta-feira, será uma grande oportunidade para refletir sobre o passado. 


Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon
© REUTERS/ Jorge Cabrera

Nos últimos dias, Tóquio se queixou com as Nações Unidas sobre a presença de Ban Ki-moon nessa grande parada militar, alegando que o secretário-geral estaria saindo da sua posição de neutralidade ao participar de um evento que celebra a vitória de um país sobre outro. Entretanto, o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, lembrou hoje que Ban esteve presente em outros eventos semelhantes a esse ao longo do ano, na Polônia, na Ucrânia e na Rússia, onde também foram comemoradas as vitórias desses países na Segunda Guerra Mundial.

"Ban espera que todos os países possam usar esse tempo para refletir sobre o passado e, obviamente, olhar para o futuro", afirmou Dujarric.

De acordo com as autoridades chinesas, cerca de 12 mil soldados e mais de 500 equipamentos militares estarão presentes na parada, na Praça da Paz Celestial, na próxima quinta-feira.


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