Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

ONU rejeita reclamação do Japão contra visita de Ban Ki-moon à China

A Organização das Nações Unidas desconsiderou nesta segunda-feira as reclamações do Japão sobre a visita planejada do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, à China, no próximo dia 3, para participar da parada militar em comemoração aos 70 anos da derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial.


Sputnik

Segundo a ONU, o evento em Pequim, na quinta-feira, será uma grande oportunidade para refletir sobre o passado. 


Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon
© REUTERS/ Jorge Cabrera

Nos últimos dias, Tóquio se queixou com as Nações Unidas sobre a presença de Ban Ki-moon nessa grande parada militar, alegando que o secretário-geral estaria saindo da sua posição de neutralidade ao participar de um evento que celebra a vitória de um país sobre outro. Entretanto, o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, lembrou hoje que Ban esteve presente em outros eventos semelhantes a esse ao longo do ano, na Polônia, na Ucrânia e na Rússia, onde também foram comemoradas as vitórias desses países na Segunda Guerra Mundial.

"Ban espera que todos os países possam usar esse tempo para refletir sobre o passado e, obviamente, olhar para o futuro", afirmou Dujarric.

De acordo com as autoridades chinesas, cerca de 12 mil soldados e mais de 500 equipamentos militares estarão presentes na parada, na Praça da Paz Celestial, na próxima quinta-feira.


Postar um comentário