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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

OTAN envolve Áustria no armamento da Ucrânia

Peter Pilz, do partido dos Verdes, o terceiro maior partido na Áustria, advertiu que Viena se tornou "cúmplice" da OTAN no armamento de Kiev, ao permitir que os transportes militares passem pelo seu território, informa o jornal Kurier.


Sputnik

Desde o início de 2014, os membros da OTAN organizaram mais de 3.200 transportes de pessoal militar e material bélico para a Ucrânia. A maioria deles foi realizada pelos norte-americanos, mas alguns vieram da Alemanha, Itália, França e Grã-Bretanha.


Bandeira da Áustria
© AFP 2015/ JOE KLAMAR

A Áustria é um Estado neutro e pretende manter esse status. As transferências militares através do seu território são, portanto, um sinal preocupante para muitos cidadãos. Para Pilz, são incompatíveis com a neutralidade e podem levar à militarização da Áustria.

Os Verdes pediram ao chanceler federal, Werner Faymann, convocar uma reunião do Conselho de Segurança Nacional para discutir o assunto.

Segundo o jornal, desde o golpe de Estado apoiado pelos EUA na Ucrânia, em fevereiro de 2014, Washington "entregava o material bélico para o governo em Kiev e os militares dos EUA treinaram os soldados ucranianos”. “Os países-membros da OTAN também reforçam o seu poder militar nos países bálticos, Bulgária, Romênia e Polônia”, observou Kurier.

Moscou tem repetidamente afirmado que o envio de armas para Kiev só provocaria violência e massacres maiores no país que já está devastado pela guerra.


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