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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

OTAN envolve Áustria no armamento da Ucrânia

Peter Pilz, do partido dos Verdes, o terceiro maior partido na Áustria, advertiu que Viena se tornou "cúmplice" da OTAN no armamento de Kiev, ao permitir que os transportes militares passem pelo seu território, informa o jornal Kurier.


Sputnik

Desde o início de 2014, os membros da OTAN organizaram mais de 3.200 transportes de pessoal militar e material bélico para a Ucrânia. A maioria deles foi realizada pelos norte-americanos, mas alguns vieram da Alemanha, Itália, França e Grã-Bretanha.


Bandeira da Áustria
© AFP 2015/ JOE KLAMAR

A Áustria é um Estado neutro e pretende manter esse status. As transferências militares através do seu território são, portanto, um sinal preocupante para muitos cidadãos. Para Pilz, são incompatíveis com a neutralidade e podem levar à militarização da Áustria.

Os Verdes pediram ao chanceler federal, Werner Faymann, convocar uma reunião do Conselho de Segurança Nacional para discutir o assunto.

Segundo o jornal, desde o golpe de Estado apoiado pelos EUA na Ucrânia, em fevereiro de 2014, Washington "entregava o material bélico para o governo em Kiev e os militares dos EUA treinaram os soldados ucranianos”. “Os países-membros da OTAN também reforçam o seu poder militar nos países bálticos, Bulgária, Romênia e Polônia”, observou Kurier.

Moscou tem repetidamente afirmado que o envio de armas para Kiev só provocaria violência e massacres maiores no país que já está devastado pela guerra.


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