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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Premiê ucraniano dá tiro no pé

A imprensa polonesa mostra entusiasmo relativamente a uma recente declaração do primeiro-ministro ucraniano Arseny Yatsenyuk. O premiê afirmou que o Pacto Molotov-Ribbentrop, que efetivamente criou as fronteiras ocidentais da Ucrânia contemporânea, foi um ato contra os interesses da Polônia e da Ucrânia.


Sputnik

O Pacto Molotov-Ribbentrop, um pacto de não agressão assinado entre a União Soviética e a Alemanha nazista em 1939, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, resultou na devolução à União Soviética de territórios polacos na Bielorrússia ocidental e na Ucrânia ocidental que a Polônia perdera durante a guerra polaco-soviética de 1919-1921, formando efetivamente as fronteiras ocidentais dos dois países.


O primeiro-ministro da Ucrânia Arseny Yatsenyuk chega para a reunião do Conselho de Segurança em Kiev 4 de novembro de 2014
Arseny Yatsenyuk © REUTERS/ Valentyn Ogirenko

Durante o encontro com a primeira-ministra polonesa Ewa Kopacz, que visitou a aldeia ucraniana de Bykivnia na quinta-feira (16) para participar de uma cerimônia em memória dos oficiais poloneses mortos por forças de segurança soviéticas durante a guerra, Yatsenyuk declarou que o Pacto Molotov-Ribbentrop foi dirigido não só contra a Polónia, mas também contra a Ucrânia, relatou o jornal polonês Kresy.

"Tendo concluído este pacto, os bolcheviques-comunistas e os nazistas agiram contra a Polônia e a Ucrânia, dividindo nossos países e humilhando o nosso povo", disse Yatsenyuk, acrescentando que o pacto foi responsável pelo desencadear da Segunda Guerra Mundial.

Comentando o absurdo da declaração de Yatsenyuk, que parece abrir a porta para o revanchismo polaco relativamente à Ucrânia ocidental, os usuários da mídia social observam que, se as autoridades de Kiev consideram o pacto como um ato criminoso, talvez eles devam considerar a entrega das regiões ocidentais da Ucrânia à Polónia, como forma de correção deste “erro histórico”.

No site de notícias e análise PolitNavigator.net um usuário perguntou:

"Deixe-me ver: a junção da Ucrânia ocidental ao resto da Ucrânia foi dirigida contra o interesse da Ucrânia? Será que Yatsenyuk entende o que ele próprio disse?"

No ano passado, após a assinatura do Acordo de Associação entre a UE e a Ucrânia, várias organizações civis polonesas declararam que iriam interpor processos judiciais para reaver os bens que ficaram na Ucrânia ocidental quando a região foi retirada à Polônia e passou a pertencer à administração ucraniana (soviética).

Além disso, um recente estudo do Instituto de Varsóvia de Relações Públicas, em colaboração com os seus homólogos em Kiev, descobriu que quase metade dos poloneses continua a ver a Ucrânia e os ucranianos de forma negativa, com 38 por cento de indiferentes, e apenas 23 por cento dizem que estão dispostos a reconhecer totalmente a legitimidade da atual fronteira entre os dois países.


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