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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Premiê ucraniano dá tiro no pé

A imprensa polonesa mostra entusiasmo relativamente a uma recente declaração do primeiro-ministro ucraniano Arseny Yatsenyuk. O premiê afirmou que o Pacto Molotov-Ribbentrop, que efetivamente criou as fronteiras ocidentais da Ucrânia contemporânea, foi um ato contra os interesses da Polônia e da Ucrânia.


Sputnik

O Pacto Molotov-Ribbentrop, um pacto de não agressão assinado entre a União Soviética e a Alemanha nazista em 1939, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, resultou na devolução à União Soviética de territórios polacos na Bielorrússia ocidental e na Ucrânia ocidental que a Polônia perdera durante a guerra polaco-soviética de 1919-1921, formando efetivamente as fronteiras ocidentais dos dois países.


O primeiro-ministro da Ucrânia Arseny Yatsenyuk chega para a reunião do Conselho de Segurança em Kiev 4 de novembro de 2014
Arseny Yatsenyuk © REUTERS/ Valentyn Ogirenko

Durante o encontro com a primeira-ministra polonesa Ewa Kopacz, que visitou a aldeia ucraniana de Bykivnia na quinta-feira (16) para participar de uma cerimônia em memória dos oficiais poloneses mortos por forças de segurança soviéticas durante a guerra, Yatsenyuk declarou que o Pacto Molotov-Ribbentrop foi dirigido não só contra a Polónia, mas também contra a Ucrânia, relatou o jornal polonês Kresy.

"Tendo concluído este pacto, os bolcheviques-comunistas e os nazistas agiram contra a Polônia e a Ucrânia, dividindo nossos países e humilhando o nosso povo", disse Yatsenyuk, acrescentando que o pacto foi responsável pelo desencadear da Segunda Guerra Mundial.

Comentando o absurdo da declaração de Yatsenyuk, que parece abrir a porta para o revanchismo polaco relativamente à Ucrânia ocidental, os usuários da mídia social observam que, se as autoridades de Kiev consideram o pacto como um ato criminoso, talvez eles devam considerar a entrega das regiões ocidentais da Ucrânia à Polónia, como forma de correção deste “erro histórico”.

No site de notícias e análise PolitNavigator.net um usuário perguntou:

"Deixe-me ver: a junção da Ucrânia ocidental ao resto da Ucrânia foi dirigida contra o interesse da Ucrânia? Será que Yatsenyuk entende o que ele próprio disse?"

No ano passado, após a assinatura do Acordo de Associação entre a UE e a Ucrânia, várias organizações civis polonesas declararam que iriam interpor processos judiciais para reaver os bens que ficaram na Ucrânia ocidental quando a região foi retirada à Polônia e passou a pertencer à administração ucraniana (soviética).

Além disso, um recente estudo do Instituto de Varsóvia de Relações Públicas, em colaboração com os seus homólogos em Kiev, descobriu que quase metade dos poloneses continua a ver a Ucrânia e os ucranianos de forma negativa, com 38 por cento de indiferentes, e apenas 23 por cento dizem que estão dispostos a reconhecer totalmente a legitimidade da atual fronteira entre os dois países.


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