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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Quando a verdade pouco importa: Israel bombardeia a Síria

Israel realizou ataques de artilharia contra posições do exército sírio nas Colinas de Golã em resposta a um míssil que cruzou a fronteira israelita, informa a agência AP citando a assessoria de imprensa das Forças de Defesa de Israel.


Sputnik

Este foi o segundo disparo de um míssil contra Israel nos últimos dois dias a partir do território sírio e não provocou vítimas. Os militares opinam que o míssil poderia ter atingido Israel casualmente, durante os confrontos armados internos na Síria. No comunicado divulgado pelos israelenses, diz-se o seguinte:

“Em resposta ao bombardeio com mísseis, a artilharia das Forças de Defesa de Israel realizou um ataque contra dois postos do exército sírio na parte central das Colinas de Golã pertencente à Síria.”


Soldados israelenses perto da fronteira com a Síria no terrítorio de colinas de Golã ocupado por Israel, 22 de junho de 2015
© AFP 2015/ MENAHEM KAHANA

O general Mohammed Abbas, especialista militar, declarou à Sputnik, comentando o assunto:

“O último bombardeio não pode ser justificado. Ya'alon [ministro da Defesa de Israel – ed.] declarou que qualquer ataque contra as Colinas de Golã não ficará sem resposta. Mas ele não se deu ao trabalho de perceber a origem do bombardeio. Desta vez Israel compreendeu a seriedade das ações do governo russo em questão de ajuda ao exército sírio em combate contra terrorismo, por isso é realizada mais uma provocação.”

O especialista também comentou os esforços da coalizão internacional em luta contra o terrorismo na área:

“A coalizão liderada por Washington falhou. Ela não alcançou nada em um ano porque os seus objetivos reais eram a ‘colheita dos frutos’ do terrorismo, e não o seu combate.”

O especialista declarou que as ações da Rússia nesta situação mostram que o Kremlin compreendeu a intenção real de Washington. Segundo o especialista, “o exército sírio pode vencer o Estado Islâmico com a ajuda de uma força que não só combate o terrorismo no terreno, mas também na mídia”.



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