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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Revista dos EUA diz que sistema russo transforma vida do inimigo em um 'inferno'

O lançador múltiplo de foguetes da Rússia TOS-1A foi usado recentemente durante uma exercício próximo a Volgogrado. A arma é capaz de tornar a vida do inimigo um inferno, segundo escreveu a revista de ciência e tecnologia norte-americana Popular Mechanics.


Sputnik

Segundo a publicação, “este lançador de foguetes montado em tanque russo pode incinerar oito quarteirões de uma cidade”. Uma salva completa de 24 rojões cobre um retângulo de 200 m por 400 m e seria “um inferno para quem estiver nesta área”.


Sistema de lança-chamas pesado TOS 1A 'Solntsepek' durante o show realizado na cerimônia de abertura da exposição internacional de equipamento militar Russia Arms Expo
© Sputnik/ Alexey Malgavko

A revista acrescentou que o sistema TOS-1A, além de foguetes incendiários tradicionais, também pode disparar foguetes termobáricos, que, quando acionados, dispersam uma nuvem de líquido inflamável no ar ao redor do alvo e depois o acende.

“Os resultados são devastadores, não só a explosão é significativamente mais longa e a onda de choque significativamente mais quente e mais forte do que a produzida por uma ogiva convencional, mas todo o oxigênio nas proximidades também é consumido, criando um vácuo parcial. Isto a faz terrível para usar contra infantaria e pessoal entrincheirados em bunkers e cavernas”, observou a publicação norte-americana.

O sistema lança-chamas pesado TOS-1A, projetado pela Transport Machine Factory, dispara 24 foguetes de 220 milímetros e armas termobáricas. É montado sobre chassis do tanque T-72 e foi projetado para derrotar pessoal inimigo em fortificações, em campo aberto e em veículos blindados e de transporte leve. Os primeiros testes em combate aconteceram entre 1988 e 1989 no Afeganistão.




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