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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Rússia: política de Kiev visa isolar Donbass

A porta-voz do ministério das relações exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou que a política de Kiev visa um maior isolamento da região de Donbass, no leste da Ucrânia.


Sputnik

“A política das autoridades de Kiev, ignorando os direitos e as demandas legítimas da população de Donbass, só leva a um maior isolamento da região", disse em um comunicado.


Combatentes da Autoproclamada República Popular de Donetsk

Além disso, Zakharova acrescentou que, de acordo com o Programa Mundial de Alimentos da ONU, a situação da segurança alimentar em Donbass vem degradando e, atualmente, cerca de 2 milhões de pessoas têm acesso limitado à assistência humanitária. De acordo com a porta-voz, o bloqueio de Kiev à importação de alimentos e medicamentos afeta diretamente situação na região.

Zakharova também disse que na Rússia há cerca de 1,1 milhões de pessoas da Ucrânia que foram forçadas a sair por causa do conflito na região.

Desde meados de abril de 2013 a Ucrânia começou a realizar uma operação militar para atacar as forças independentistas no leste da Ucrânia, em particular as autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk. Estas não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas que chegaram ao poder após um golpe de Estado em Kiev.

Em um esforço para acabar com o conflito no leste da Ucrânia, o Grupo de Contacto (OSCE, a Rússia e a Ucrânia) reuniu-se em 12 de fevereiro em Minsk e assinou um acordo que prevê, entre outros pontos, o cessar-fogo na região de Donbass, a retirada das armas pesadas, a troca de prisioneiros e a reforma constitucional na Ucrânia antes do final do ano.

No entanto, ambos os lados do conflito relatam violações diárias da trégua.


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