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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Rússia: política de Kiev visa isolar Donbass

A porta-voz do ministério das relações exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou que a política de Kiev visa um maior isolamento da região de Donbass, no leste da Ucrânia.


Sputnik

“A política das autoridades de Kiev, ignorando os direitos e as demandas legítimas da população de Donbass, só leva a um maior isolamento da região", disse em um comunicado.


Combatentes da Autoproclamada República Popular de Donetsk

Além disso, Zakharova acrescentou que, de acordo com o Programa Mundial de Alimentos da ONU, a situação da segurança alimentar em Donbass vem degradando e, atualmente, cerca de 2 milhões de pessoas têm acesso limitado à assistência humanitária. De acordo com a porta-voz, o bloqueio de Kiev à importação de alimentos e medicamentos afeta diretamente situação na região.

Zakharova também disse que na Rússia há cerca de 1,1 milhões de pessoas da Ucrânia que foram forçadas a sair por causa do conflito na região.

Desde meados de abril de 2013 a Ucrânia começou a realizar uma operação militar para atacar as forças independentistas no leste da Ucrânia, em particular as autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk. Estas não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas que chegaram ao poder após um golpe de Estado em Kiev.

Em um esforço para acabar com o conflito no leste da Ucrânia, o Grupo de Contacto (OSCE, a Rússia e a Ucrânia) reuniu-se em 12 de fevereiro em Minsk e assinou um acordo que prevê, entre outros pontos, o cessar-fogo na região de Donbass, a retirada das armas pesadas, a troca de prisioneiros e a reforma constitucional na Ucrânia antes do final do ano.

No entanto, ambos os lados do conflito relatam violações diárias da trégua.


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