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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Rússia, Síria, Iraque e Irã criam central de informações para combate ao EI

Órgão em Bagdá facilitará intercâmbio de dados e pode também ser base de coordenação para futuras operações militares. Na ONU, ministro iraquiano exige mais ação da aliança internacional anti-"Estado Islâmico".


Deutsch Welle

A Rússia e três países do Oriente Médio pretendem fundar na capital iraquiana uma central para facilitar o intercâmbio das informações a respeito da milícia terrorista "Estado Islâmico" (EI). O órgão reunirá membros do Estado-maior da Rússia, Síria, Iraque e Irã, noticiou a agência de notícias russa Interfax, com base em fontes diplomáticas e militares de Moscou.

Numa fase posterior, operações militares poderão ser coordenadas a partir do centro em Bagdá, que será dirigido alternadamente por oficiais das quatro nações. O primeiro deles será um representante do Iraque.


Tomada de Mossul por EI é considerada maior derrota de Bagdá

Otimismo e exigências de Bagdá

O ministro iraquiano do Exterior, Ibrahim al-Jaafari, que se encontra em Nova York para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, se mostrou otimista a respeito do projeto, neste sábado (26/09).

"As forças militares iraquianas alcançaram algumas vitórias significativas, repelindo os terroristas e os obrigando a se retirarem a norte de Mossul", afirmou Jaafari, acrescentando que o Exército nacional "está do lado vitorioso".

No entanto, a situação na segunda maior cidade iraquiana desmente tal versão. Depois de 15 meses de combates, as tropas do governo ainda não conseguiram retomar a maior refinaria de petróleo do país. As Forças Armadas procuram ganhar mais controle ao oeste antes de iniciar um ataque a Mossul, considerada a maior perda de Bagdá na luta contra o EI.

Ainda assim, Jaafari declarou que não são necessárias tropas de solo estrangeiras, e acusou a aliança militar internacional liderada pelos Estados Unidos de não estar fazendo o suficiente: "A frequência dos ataques aéreos oscila, e espero que ela seja mais alta no futuro."

O chefe da diplomacia iraquiana também reivindicou de Washington mais equipamento de combate, assim como a intensificação dos treinamentos militares e da disponibilização de dados pelos serviços de informação.


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