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Morte made in Brazil: conflitos no Oriente Médio alavancam exportação de armamento do país

Uma missão árabe chegou ao Brasil interessada na compra de cargueiros KC-390 fabricados pela Embraer. A visita é resultado do esforço do Grupo Parlamentar Brasil-Arábia Saudita, criado no início deste mês, para aproximar os dois países no campo de defesa militar.
Sputnik

O KC-390 vai substituir os Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB), é o maior avião produzido na América e foi concebido como um jato militar de transporte, anunciado pela primeira vez na edição de 2007 da Latin America Aero & Defence (LAAD), no Rio de Janeiro. A produção do avião, com capacidade para 23 toneladas de carga, envolve parcerias com fornecedores de peças de Argentina, Portugal e República Tcheca. Com um custo unitário de US$ 85 milhões, o KC-390, em fase final de testes, tem recebido propostas de compra de vários países.



A compra do cargueiro, porém, é apenas um detalhe na exportação brasileira de armamentos não só para a Arábia Saudita, como também para vários países do Oriente Médio e do Norte d…

Tanques T-90 suplantam os Abrams na Síria

Os tanques americanos Abrams capturados por militantes do Estado Islâmico têm poucas chances de resistir aos T-90 russos. Os tanques estadunidenses possuem características piores que os russos e precisam de constante apoio logístico, escreve o The National Interest.


Sputnik

O equipamento militar russo na Síria é capaz de destruir os tanques M1A1 Abrams capturados por combatentes do grupo Estado Islâmico (EI), escreve o The National Interest.


Tanque russo T-90
T-90 © Sputnik/ Ramil Sitdikov

A mídia ocidental informou que a Rússia enviou à Síria alguns tanques T-90. A probabilidade de uma colisão entre tanques russos e tanques norte-americanos é relativamente pequena, mas não pode ser completamente descartada. É muito provável que os terroristas possam ter capturado tanques M1A1 AS Abrams e queiram usá-los. Agora esses veículos estão no Iraque, mas podem chegar à Síria, diz-se no artigo.

No caso de um possível conflito militar, os Abrams não vão ter sucesso. Primeiro de tudo, os tanques do EI vão ser dirigidos por pessoas sem treinamento especial e habilidades para lidar com esse tipo de equipamento militar. Já os T-90 russos vão ser dirigidos por militares profissionais perfeitamente treinados e com o conhecimento das táticas de combate. Os Abrams foram concebidos para desempenhar a sua função como parte das forças armadas convencionais, mas os militantes do EI podem dirigir apenas alguns veículos individuais, porque a criação de corpos blindados e a realização de ações militares nesse formato exige muito treinamento, que os militares russos e americanos fazem, mas não é o caso dos militantes do EI, diz NI.

Além disso, a versão de exportação do M1A1 Abrams, que foi fornecido pelos Estados Unidos ao Iraque, não foi equipado com blindagem de urânio empobrecido, nem com proteção dinâmica complexa. Os tanques russos são muito melhor equipados e protegidos. Além disso, as máquinas da Rússia têm vantagem devido ao fato de que eles têm apoio logístico. Os Abrams, como outros tanques, precisam sempre de munições e de combustível, que consomem em grandes quantidades. Os militantes do EI não podem fornecer tudo isto nas quantidades necessárias.

Assim, no caso de um confronto entre os T-90 e os Abrams, a vantagem vai estar no lado dos tanques russos, tendo em conta o profissionalismo dos militares que os dirigem, resume o NI.



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