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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Aviões russos destroem quartel-general do Estado Islâmico

A aviação russa destruiu um quartel-general do Estado Islâmico perto da cidade de Palmira, eliminando até 40 terroristas.


Sputnik

Segundo uma fonte militar síria contatada pela Sputnik, o centro de comando destruído estava situado a 28 km de Palmira, na cidade de as-Sukhnah.


Golpes aéreos russos na Síria
© Ministério da Defesa da Rússia

"O bombardeio preciso foi levado a cabo nas cercanias de as-Sukhnah. Um centro de comando do Estado Islâmico foi destruído, junto com várias vans e veículos blindados estacionados. Cerca de 35-40 militantes foram mortos", disse a fonte.

A cidade de Palmira possui uma história de dois mil anos e é reconhecida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como Patrimônio Mundial da Humanidade.

A Rússia enviou um regimento da sua Força Aérea à Síria em 30 de setembro, após o parlamento russo aprovar o projeto presidencial de enviar ajuda militar russa à Síria. Tal decisão foi tomada pelas autoridades russas como a resposta a um pedido oficial de Damasco, cujo direito de participar do combate contra os terroristas que assolam o seu território não foi reconhecido pelos EUA.


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