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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Aviões russos destroem quartel-general do Estado Islâmico

A aviação russa destruiu um quartel-general do Estado Islâmico perto da cidade de Palmira, eliminando até 40 terroristas.


Sputnik

Segundo uma fonte militar síria contatada pela Sputnik, o centro de comando destruído estava situado a 28 km de Palmira, na cidade de as-Sukhnah.


Golpes aéreos russos na Síria
© Ministério da Defesa da Rússia

"O bombardeio preciso foi levado a cabo nas cercanias de as-Sukhnah. Um centro de comando do Estado Islâmico foi destruído, junto com várias vans e veículos blindados estacionados. Cerca de 35-40 militantes foram mortos", disse a fonte.

A cidade de Palmira possui uma história de dois mil anos e é reconhecida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como Patrimônio Mundial da Humanidade.

A Rússia enviou um regimento da sua Força Aérea à Síria em 30 de setembro, após o parlamento russo aprovar o projeto presidencial de enviar ajuda militar russa à Síria. Tal decisão foi tomada pelas autoridades russas como a resposta a um pedido oficial de Damasco, cujo direito de participar do combate contra os terroristas que assolam o seu território não foi reconhecido pelos EUA.


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