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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Conselheiro ucraniano quer ajudar EI a vingar-se dos soldados russos

Anton Geraschenko, conselheiro do ministro do interior da Ucrânia propôs publicar na Internet qualquer informação sobre os militares das Forças Aeroespaciais da Rússia que lutam na Síria contra o grupo terrorista Estado Islâmico, proibido na Rússia.


Sputnik

Na sua página no Facebook ele escreveu que fotos e dados pessoais ajudarão os terroristas e seus “correligionários” na Rússia a “vingar-se em conformidade com a lei sharia” pelos bombardeamentos das estruturas do Estado Islâmico na Síria.


Anton Geraschenko

“Convido todos os que têm informação sobre cidadãos russos que participam da guerra não proclamada da Rússia contra o povo sírio, a comunicar todos os dados que possuem ao site Mirotvorets [pacificador] onde será criada uma divisão separada ‘Crimes de Putin na Síria e no Oriente Médio’”, escreveu.

Os militares russos não podiam deixar esta proposta “contraditória” sem resposta. O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, propôs condecorar Geraschenko com a “Ordem de Judas”:

“É conhecido há muito tempo que o conselheiro do ministro do Interior ucraniano Gerashenko está ligado com os facínoras fascistas do Setor de Direita. Mas o fato de ‘este focinho bem alimentado da revolução’ ter decidido ser um novo ‘Mazepa [líder nacionalista ucraniano na virada do século XVII que abandonou a aliança com a Rússia]’ trabalhando para a organização terrorista internacional Estado Islâmico, acho, foi uma surpresa para muitos. Não só na Ucrânia e na Europa. Mas no Oriente Médio também. Afinal a Ordem de Judas de cinco quilos estabelecida pelo [imperador russo] Pedro, o Grande encontrará o seu digno dono”, disse a jornalistas nesta quarta-feira (7) o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia general-major Igor Konashenkov.

Lembramos que no início deste ano Geraschenko apresentou o projeto de coleta de dados sobre “terroristas e separatistas”, criado alegadamente por um grupo de correligionários para ajudar o Ministério do interior e o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) – o site Mirotvorets no qual nomeadamente se encontravam dados sobre jornalista Oles Buzina e ex-deputado Oleg Kalashnikov que foram assassinados em Kiev em abril deste ano.

A Rússia iniciou sua ofensiva aérea contra as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria na quarta-feira (30) em resposta a um pedido oficial de ajuda militar apresentado por Damasco.

Segundo os dados do Ministério da Defesa russo, os ataques lançados por caças Su-34, Su-24M e Su-25 já destruíram várias bases, centros de comando e campos de treinamento do Estado Islâmico.

Os alvos dos ataques são escolhidos com base em dados de reconhecimento russo e sírio, inclusive através de reconhecimento aéreo. Segundo o Ministério da Defesa russo, o equipamento dos aviões russos permite atingir alvos do Estado Islâmico em todo o território sírio com “precisão absoluta”.

O embaixador sírio na Rússia, Riad Haddad, confirmou que o exército sírio efetuou ataques aéreos, apoiados pelas forças aeroespaciais russas, contra organizações terroristas armadas, e não contra fações da oposição política ou civis.


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