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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Covardia terrorista: Militantes do EI se escondem em mesquitas para fugir dos caças russos

Os terroristas do Estado Islâmico estão se escondendo em mesquitas para fugir da mira dos aviões russos, segundo disse nesta terça-feira (6) o vice-ministro russo da Defesa, Anatoly Antonov, citando provas em vídeo durante uma entrevista coletiva.


Sputnik

"Sabendo de nossa atitude cuidadosa, respeitosa em relação às mesquitas, eles [os terroristas] entendem que nós nunca – em quaisquer circunstâncias – realizaríamos ataques aéreos contra instalações civis", disse o vice-ministro, após participar de uma reunião com adidos de imprensa de vários países, com um representante dos EUA entre eles.

Caça Su-35
© Foto: Sukhoi Company

Antonov enfatizou que a Rússia usa dados recolhidos a partir de sistemas de monitoramento espacial e aéreo, e não apenas as informações compartilhadas pelo exército sírio.

"Nós verificamos os dados uma centena de vezes. Nossas decisões são bem equilibradas, deliberadas e calculadas. Nós realizamos ataques aéreos apenas se tivermos 100% de certeza de que estamos acertando o alvo certo", sublinhou.

O vice-ministro também expressou pesar em relação à reação da mídia ocidental diante da operação militar russa na Síria, bem como em relação às declarações do secretário de Defesa norte-americano, Ashton Carter, sobre a necessidade de “resistir” às ações russas na Síria.

"Isso é uma verdadeira guerra de informação", observou.

Antonov também revelou que o Ministério da Defesa russo e o Pentágono estão trabalhando em um documento sobre a coordenação das operações aéreas no país em guerra.

"Infelizmente, os EUA estão reduzindo nossa coordenação apenas aos seus aspectos técnicos – isto é, entre os nossos pilotos durante as suas missões", disse ele, acrescentando que o Estado-Maior russo, em princípio, apoia um acordo de cooperação com os EUA, mas que a Rússia não vai impor a parceria.

O vice-ministro também disse que uma videoconferência entre as pastas de Defesa dos EUA e da Rússia ocorreu no último dia 1º de outubro, e que uma segunda conversa está prevista para os próximos dias.

"Mas seria melhor se os nossos colegas viessem até nós e nós discutíssemos todos os problemas olho no olho aqui, na sede do Ministério da Defesa", acrescentou Antonov.

Moscou lançou a sua operação militar contra o Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria a pedido do Presidente Bashar Assad no último dia 30 de setembro e já conseguiu causar estragos significativos na infraestrutura dos jihadistas, alvejando centros de comando, depósitos de munições e locais de produção de explosivos, entre outras instalações.



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