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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Covardia terrorista: Militantes do EI se escondem em mesquitas para fugir dos caças russos

Os terroristas do Estado Islâmico estão se escondendo em mesquitas para fugir da mira dos aviões russos, segundo disse nesta terça-feira (6) o vice-ministro russo da Defesa, Anatoly Antonov, citando provas em vídeo durante uma entrevista coletiva.


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"Sabendo de nossa atitude cuidadosa, respeitosa em relação às mesquitas, eles [os terroristas] entendem que nós nunca – em quaisquer circunstâncias – realizaríamos ataques aéreos contra instalações civis", disse o vice-ministro, após participar de uma reunião com adidos de imprensa de vários países, com um representante dos EUA entre eles.

Caça Su-35
© Foto: Sukhoi Company

Antonov enfatizou que a Rússia usa dados recolhidos a partir de sistemas de monitoramento espacial e aéreo, e não apenas as informações compartilhadas pelo exército sírio.

"Nós verificamos os dados uma centena de vezes. Nossas decisões são bem equilibradas, deliberadas e calculadas. Nós realizamos ataques aéreos apenas se tivermos 100% de certeza de que estamos acertando o alvo certo", sublinhou.

O vice-ministro também expressou pesar em relação à reação da mídia ocidental diante da operação militar russa na Síria, bem como em relação às declarações do secretário de Defesa norte-americano, Ashton Carter, sobre a necessidade de “resistir” às ações russas na Síria.

"Isso é uma verdadeira guerra de informação", observou.

Antonov também revelou que o Ministério da Defesa russo e o Pentágono estão trabalhando em um documento sobre a coordenação das operações aéreas no país em guerra.

"Infelizmente, os EUA estão reduzindo nossa coordenação apenas aos seus aspectos técnicos – isto é, entre os nossos pilotos durante as suas missões", disse ele, acrescentando que o Estado-Maior russo, em princípio, apoia um acordo de cooperação com os EUA, mas que a Rússia não vai impor a parceria.

O vice-ministro também disse que uma videoconferência entre as pastas de Defesa dos EUA e da Rússia ocorreu no último dia 1º de outubro, e que uma segunda conversa está prevista para os próximos dias.

"Mas seria melhor se os nossos colegas viessem até nós e nós discutíssemos todos os problemas olho no olho aqui, na sede do Ministério da Defesa", acrescentou Antonov.

Moscou lançou a sua operação militar contra o Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria a pedido do Presidente Bashar Assad no último dia 30 de setembro e já conseguiu causar estragos significativos na infraestrutura dos jihadistas, alvejando centros de comando, depósitos de munições e locais de produção de explosivos, entre outras instalações.



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