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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Cuba envia militares à Síria em apoio à operação da Rússia contra Estado Islâmico

A Fox News revelou nesta quinta-feira, 15, que militares cubanos estão combatendo terroristas do Estado Islâmico na Síria ao lado das tropas do governo de Bashar Assad. Além disso, segundo informou um alto funcionário do governo dos EUA, a maioria desses homens participa de ações militares em tanques russos.


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A informação, que havia sido publicada de forma inédita num relatório do Instituto de Pesquisas Cubanas e Cubano-Americanas da Universidade de Miami, foi confirmada pelo porta-voz oficial da Casa Branca, Josh Earnest, em entrevista à Fox.


Bandeira cubana
Bandeira cubana © AP Photo/ Andrew Harnik

Ele revelou que, segundo tudo indica, forças especiais cubanas estariam combatendo ao lado de tropas sírias para fornecer um maior apoio terrestre à operação aérea promovida pela Rússia contra o Estado Islâmico.

Segundo o relatório do instituto da Universidade de Miami, recentemente o chefe das Forças Armadas de Cuba visitou a Síria junto a um grupo de militares para prestar apoio à operação russa. O documento destacou ainda que a maioria das forças cubanas estaria operando tanques de fabricação russa em cooperação com as forças de Assad.

Na quarta-feira, 14, Josh Earnest advertiu contra quaisquer comparações ou paralelos com a Guerra Fria. Em entrevista à Fox, no entanto, ele comparou o fato com a intervenção cubana em Angola, o que, por sua vez, é por si só uma referência a um dos episódios da antiga rivalidade entre Rússia e EUA, quando, na década de 1970, tropas cubanas lutaram ao lado da União Soviética em vários países da África Central.

Earnest acrescentou ainda que, possivelmente, essas forças de Cuba passaram por um treinamento militar na Rússia antes de desembarcar na Síria em aviões cubanos vindos diretamente do território russo.



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