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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Empresa de defesa russa aumenta produção devido à operação na Síria

A empresa russa Corporação de Mísseis Táticos decidiu trabalhar em três turnos por razão do aumento da demanda da sua produção em consequência da operação militar russa na Síria.


Sputnik

Os volumes de produção continuam crescendo desde o início da operação aérea russa na Síria, informa nesta segunda-feira (26) o periódico russo Kommersant-Vlast citando uma fonte na indústria militar.


Militares russos na base aérea em Hmeymim, na Síria
© Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Os ataques aéreos na sua maioria são realizados com mísseis ar-superfície de alta precisão Kh-29L e bombas guiadas KAB-500S, ambas produzidas pela Corporação de Mísseis Táticos.

Mais do que isso, a Marinha russa comprou urgentemente oito cargueiros a armadores turcos. As embarcações foram registradas como navios de suporte com estatuto militar porque os navios de guerra russos habituais não permitiam transportar a carga.

Desde 30 de setembro último, a pedido do presidente sírio Bashar Assad, a Rússia iniciou ataques localizados contra as posições do Estado Islâmico na Síria.

Segundo o Ministério da Defesa russo, desde o início da operação até 22 de outubro, os caças russos realizaram 934 missões de suporte aéreo, chamados de 'sorties', a partir da base aérea de Hmeymim e destruíram pelo menos 819 alvos do Estado Islâmico.



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