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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

Especialistas norte-americanos admitem potência militar da Rússia

Duas semanas depois do início da operação da Força Aeroespacial russas contra o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria, especialistas militares citados pelo jornal norte-americano New York Times avaliaram capacidades aumentadas do exército russo.


Sputnik

Segundo o artigo, a Força Aeroespacial russa realiza diariamente mais ataques contra os terroristas do que a coalizão liderada pelos EUA realiza em um mês.


Militares russos de destacamentos de Operações Especiais das Forças Internas russas durante exercícios-testes para obtenção do direito de vestir boina marrom, na região de Novossibirsk.
© Sputnik/ Alexandr Kryazhev

“Duas semanas de ataques aéreos e de mísseis na Síria deram à inteligência ocidental e aos oficiais militares uma apreciação mais profunda da transformação que o exército russo teve sob a gerência do presidente Vladimir Putin, que mostra a capacidade de realizar operações fora das suas fronteiras e a capacidade de novos armamentos, táticos e estratégicos”.

De acordo com New York Times, após o colapso da União Soviética, o exército russo estava em decadência:

“Isso também permitiu as oficiais e analistas ter uma visão mais ampla do exército que, por cerca de quarto de século após o colapso da União Soviética, foi visto como decadente, com a potência insignificante, tão prejudicado por sistemas velhos e tão consumido pela corrupção que não representava ameaça real fora das suas fronteiras”.

A mídia mundial presta atenção especial a cada passo da Rússia e esta atenção intensificada por vezes está no limitar da agressão. Mais cedo nesta semana, a representante oficial do Ministério do Exterior russo, Maria Zakharova, declarou que a Rússia enfrentou uma agressão informática sem precedentes após o início da operação na Síria.

Desde 30 de setembro último, a pedido do presidente sírio Bashar Assad, a Rússia iniciou ataques localizados contra as posições do Estado Islâmico na Síria, usando aviões Su-25, bombardeiros Su-24M, Su-34, protegidos por caças Su-30SM.


Segundo os dados mais recentes, as Forças Aeroespaciais russas realizaram, desde o início da operação, cerca de 450 ataques contra as posições dos terroristas, destruindo cerca de 300 militantes, assim como postos de comando, campos de treinamento e arsenais.

Além disso, os navios da Frota do Mar Cáspio lançaram 26 mísseis de cruzeiro contra os territórios controlados pelos jihadistas. A precisão de ataque é de cerca de 5 metros. Os alvos dos ataques são estabelecidos com base nos dados de reconhecimento russo, sírio, iraquiano e iraniano.

O embaixador sírio na Rússia, Riad Haddad, confirmou que as missões aéreas são realizadas contra organizações terroristas armadas, e não contra grupos da oposição política ou civis.

Segundo os dados do Estado-Maior russo, os militantes do EI sofrem danos significativos e mudam de tática espalhando as suas tropas e escondendo-se em povoações. Na linha de contato com as forças governamentais sírias, eles perderam a maior parte das munições e material bélico e uma série de grupos que fazem parte do Estado Islâmico já são prontos a deixar a zona de hostilidades.

O presidente russo Vladimir Putin anteriormente confirmou que os prazos da operação aérea russa na Síria são limitados pela operação ofensiva dos militares sírios e excluiu a possibilidade de uso das Forças Armadas russas em hostilidades terrestres.


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