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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Estado Islâmico começa a recuar na Síria

As forças da organização terrorista Estado Islâmico começaram a recuar de suas posições após ataques da aviação russa na Síria, declarou nesta quinta-feira, 15, o porta-voz oficial do ministério da Defesa da Rússia, general-major Igor Konashenkov.


Sputnik

"Os combatentes estão recuando, tentando operar novas posições regionais e alterando o seu atual sistema logístico de fornecimento de munições, armamentos e recursos materiais" – disse Konashenkov.


Militantes do Estado Islâmico
© AP Photo/ albaraka_news, File

Segundo ele, essas mudanças estão sendo registradas pelos serviços de Inteligência da Rússia, que processam e analisam dados enviados tanto por fontes russas, quanto pelo centro informativo em Bagdá.

"Obviamente, para verificar e confirmar essas informações, nós tivemos que aumentar a intensidade dos voos de observação da aviação e de aparelhos não tripulados" – acrescentou.


Konashenjkov informou ainda que nas últimas 24 horas a aviação russa realizou um total de 32 ataques contra alvos do EI nas províncias de Idlib, Hama, Damasco, Aleppo e Deir ez-Zor. Todas as aeronaves retornaram com segurança para a base aérea de Hmeymim. Entre outras coisas, os ataques destruíram um centro de comando do EI em Aleppo e uma fábrica de explosivos em Idlib.

Ele explicou que a intensidade dos ataques russos diminuiu um pouco neste último dia, pelo fato de o intenso avanço das tropas do governo sírio ter alterado as posições do EI e a sua respectiva linha de confronto.

As tropas do governo sírio lutam contra militantes de uma série de grupos armados rebeldes, entre eles o Estado Islâmico e a Frente Al-Nusra. O conflito já matou mais de 250 mil pessoas e forçou o deslocamento de milhões desde março de 2011, segundo dados da ONU.

Em 30 de setembro, a Rússia autorizou o envio da sua Força Aeroespacial à Síria, após Damasco ter pedido ajuda militar russa no combate ao Estado Islâmico.

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