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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

EUA e Rússia discutem possibilidade de coordenar ações na Síria

O Ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado americano, John Kerry, conversaram por telefone nesta quinta-feira sobre a coordenação de esforços para estabilizar a situação na Síria e a implementação dos acordos de Minsk no leste da Ucrânia, informou o Ministério da Defesa russo.


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O chanceler russo Sergei Lavrov e o secretário de Estado norte-americano John Kerry, Sochi, 12 de maio de 2015
Serguei Lavrov e John Kerry © REUTERS/ Joshua Roberts

De acordo com um comunicado publicado no site do ministério, Lavrov e Kerry continuaram a discutir maneiras de solucionar a crise na Síria, inclusive com a possibilidade da coordenação de esforços na luta contra os militantes do Estado Islâmico.

"As partes também discutiram a implementação dos acordos de Minsk, de 12 de fevereiro, sobre a Ucrânia no contexto da cúpula do Quarteto da Normandia, realizada no dia 2 de outubro, em Paris, bem como alguns assuntos da agenda bilateral", diz o comunicado.


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