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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

EUA não podem convencer todos os membros da OTAN travar guerra contra Rússia

Correio do Brasil, com Sputnik Brasil – de Washington/Moscou

Há uma divergência entre os membros da OTAN que atualmente está travando uma guerra midiática contra a Rússia sobre a sua operação militar na Síria, disse o analista político Grigory Tischenko à agência russa de notícias Sputnik.




Na última segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores turco disse que um avião militar russo tinha violado o espaço aéreo do país, perto da Síria no inicio deste mês. O Ministério da Defesa russo explicou mais tarde que em 3 de outubro, um avião Su-30 entrou brevemente no espaço aéreo turco por alguns segundos devido às más condições de tempo.

Sendo a Turquia um membro da aliança, a OTAN reagiu ao incidente com uma reunião de emergência do Conselho do Atlântico Norte. O Secretário Geral da OTAN, Jens Stoltenberg, considerou que o incidente fora deliberado.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, alertou que as ações da Rússia poderiam ser consideradas como um ataque à Turquia e, portanto, um ataque contra toda a aliança.

Alguns meios de comunicação gregos se perguntam por que os EUA e a OTAN estão reagindo desta forma. Por exemplo, o site de noticias grego Tribune.gr criticou duramente as palavras de Stoltenberg que a operação russa na Síria não está contribuindo para a segurança e a estabilidade na região.

Artigos de tal tom provam que os EUA não conseguiram antagonizar todos os membros da OTAN e a Rússia, disse Grigory Tischenko, chefe do Centro de Estudos da Defesa.

– Os Estados Unidos não conseguiram convencer toda a aliança a travar uma guerra de informação contra a Rússia. Há uma série de diferenças no seio da OTAN. Suponho que a reunião de emergência do Conselho da OTAN tenha abordado esta questão – disse o analista.

O especialista acrescentou que a reunião de emergência do Conselho do Atlântico Norte também fazia parte da estratégia midiática:

– Os Estados Unidos iniciaram uma outra sessão para forçar todos os membros da OTAN para travar uma guerra de informação coordenada contra a operação militar russa na Síria, bem como contra a política russa no Médio Oriente.

Ele também ressaltou que os detalhes da operação da coalizão liderada pelos EUA na Síria não foram tornados públicos.

– Quanto à operação liderada pelos Estados Unidos na Síria, é um segredo bem guardado. Esta guerra está coberta de um mistério – concluiu analista político.


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