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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA não respeitam soberania da China planejando patrulhar mar da China Meridional

Os Estados Unidos informaram os países do Sudeste Asiático de que enviarão seus navios militares às áreas disputadas no mar da China Meridional.


Sputnik

Em 18 de outubro, a agência Kyodo Tsushin, citando fontes diplomáticas, divulgou informações segundo as quais os Estados Unidos planejam enviar os seus navios militares à zona de 12 milhas (mais de 19 quilómetros) ao redor de ilhas artificiais, o arquipélago de Spratly.


Navio da Marinha norte-americana no mar da China Meridional
© REUTERS/ Romeo Ranoco

Mais cedo, altos funcionários na administração norte-americana anunciaram os planos da Marinha dos EUA de patrulhar o mar da China Meridional. Todavia, o facto de que os EUA informaram outros países preocupados por meio de canais diplomáticos demonstra a atitude do presidente Obama em face da soberania chinesa, frisa a agência Kyodo Tsushin.

Antes disso, os Estados Unidos disseram aos países interessados que planejavam assegurar a liberdade de navegação e que começariam a implementar estes planos de imediato, mas não indicaram datas concretas.

Os EUA não patrulham desde 2012 a zona de 12 milhas ao redor dos recifes das ilhas Spratly e a administração Obama evitou enviar navios militares ao mar da China Meridional receando a reação de Pequim.

A decisão atual agravará as tensões na região. A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Hua Chunying, disse que Pequim “decididamente está contra ações de quaisquer países que, fingindo protegerem a liberdade de navegação e o tráfego aéreo, violam a soberania e a segurança dos outros países”.


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