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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

EUA não respeitam soberania da China planejando patrulhar mar da China Meridional

Os Estados Unidos informaram os países do Sudeste Asiático de que enviarão seus navios militares às áreas disputadas no mar da China Meridional.


Sputnik

Em 18 de outubro, a agência Kyodo Tsushin, citando fontes diplomáticas, divulgou informações segundo as quais os Estados Unidos planejam enviar os seus navios militares à zona de 12 milhas (mais de 19 quilómetros) ao redor de ilhas artificiais, o arquipélago de Spratly.


Navio da Marinha norte-americana no mar da China Meridional
© REUTERS/ Romeo Ranoco

Mais cedo, altos funcionários na administração norte-americana anunciaram os planos da Marinha dos EUA de patrulhar o mar da China Meridional. Todavia, o facto de que os EUA informaram outros países preocupados por meio de canais diplomáticos demonstra a atitude do presidente Obama em face da soberania chinesa, frisa a agência Kyodo Tsushin.

Antes disso, os Estados Unidos disseram aos países interessados que planejavam assegurar a liberdade de navegação e que começariam a implementar estes planos de imediato, mas não indicaram datas concretas.

Os EUA não patrulham desde 2012 a zona de 12 milhas ao redor dos recifes das ilhas Spratly e a administração Obama evitou enviar navios militares ao mar da China Meridional receando a reação de Pequim.

A decisão atual agravará as tensões na região. A porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Hua Chunying, disse que Pequim “decididamente está contra ações de quaisquer países que, fingindo protegerem a liberdade de navegação e o tráfego aéreo, violam a soberania e a segurança dos outros países”.


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