Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

EUA vão mandar forças especiais contra o Estado Islâmico na Síria

Casa Branca declarou que que serão menos de 50 militares. Barack Obama diz que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.



Jornal Nacional

Os Estados Unidos anunciaram que vão mandar militares para a Síria. Já se sabe que esses militares não vão atuar diretamente na guerra.



Nem sequer o número exato de militares a Casa Branca divulgou. Só disse que serão menos de 50 e que fazem parte de uma força de operações especiais. Eles vão ficar baseados no norte da Síria, uma região controlada pelas tropas curdas - que têm o apoio dos americanos. Esses militares vão ter um papel bem específico: treinar e dar a apoio estratégico às milícias sírias que combatem o grupo terrorista Estado Islâmico.

O envio de soldados - mesmo um contingente tão pequeno - representa uma grande mudança da política americana em relação à Síria. Desde que ordenou os primeiros bombardeios, em agosto de 2014, o presidente Barack Obama prometeu várias vezes que não mandaria um único soldado americano para lutar no país. Mas Obama nega que tenha mudado de ideia. Continua dizendo que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.

Há uma tentativa de solução diplomática, mas o que se sabe enquanto isso é que essa guerra já matou 250 mil pessoas e produziu o drama dos refugiados na Europa. Nesta sexta-feira (30), houve um encontro em Viena para tratar do assunto. Pela primeira vez, os Estados Unidos convocaram a Rússia, o Irã e a Arábia Saudita para negociar uma saída para a guerra da Síria.

Irã e a Arábia Saudita são os dois países que têm mais influência na região. E eles têm visões bem diferentes sobre o futuro da Síria. O irã apoia o presidente sírio Bashar Al-Assad, e os sauditas preferem que ele deixe o poder o quanto antes.

Os Estados Unidos aceitem um meio-termo: aceitam que Al-Assad fique mais um tempo na presidência, mas apenas para cuidar de uma transição política.

No final do encontro, os negociadores pediram o apoio das Nações Unidas para que o governo e a oposição da Síria baixem as armas e dialoguem para chegar a uma solução pacífica.

Postar um comentário