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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

EUA vão mandar forças especiais contra o Estado Islâmico na Síria

Casa Branca declarou que que serão menos de 50 militares. Barack Obama diz que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.



Jornal Nacional

Os Estados Unidos anunciaram que vão mandar militares para a Síria. Já se sabe que esses militares não vão atuar diretamente na guerra.



Nem sequer o número exato de militares a Casa Branca divulgou. Só disse que serão menos de 50 e que fazem parte de uma força de operações especiais. Eles vão ficar baseados no norte da Síria, uma região controlada pelas tropas curdas - que têm o apoio dos americanos. Esses militares vão ter um papel bem específico: treinar e dar a apoio estratégico às milícias sírias que combatem o grupo terrorista Estado Islâmico.

O envio de soldados - mesmo um contingente tão pequeno - representa uma grande mudança da política americana em relação à Síria. Desde que ordenou os primeiros bombardeios, em agosto de 2014, o presidente Barack Obama prometeu várias vezes que não mandaria um único soldado americano para lutar no país. Mas Obama nega que tenha mudado de ideia. Continua dizendo que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.

Há uma tentativa de solução diplomática, mas o que se sabe enquanto isso é que essa guerra já matou 250 mil pessoas e produziu o drama dos refugiados na Europa. Nesta sexta-feira (30), houve um encontro em Viena para tratar do assunto. Pela primeira vez, os Estados Unidos convocaram a Rússia, o Irã e a Arábia Saudita para negociar uma saída para a guerra da Síria.

Irã e a Arábia Saudita são os dois países que têm mais influência na região. E eles têm visões bem diferentes sobre o futuro da Síria. O irã apoia o presidente sírio Bashar Al-Assad, e os sauditas preferem que ele deixe o poder o quanto antes.

Os Estados Unidos aceitem um meio-termo: aceitam que Al-Assad fique mais um tempo na presidência, mas apenas para cuidar de uma transição política.

No final do encontro, os negociadores pediram o apoio das Nações Unidas para que o governo e a oposição da Síria baixem as armas e dialoguem para chegar a uma solução pacífica.

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