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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

EUA vão mandar forças especiais contra o Estado Islâmico na Síria

Casa Branca declarou que que serão menos de 50 militares. Barack Obama diz que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.



Jornal Nacional

Os Estados Unidos anunciaram que vão mandar militares para a Síria. Já se sabe que esses militares não vão atuar diretamente na guerra.



Nem sequer o número exato de militares a Casa Branca divulgou. Só disse que serão menos de 50 e que fazem parte de uma força de operações especiais. Eles vão ficar baseados no norte da Síria, uma região controlada pelas tropas curdas - que têm o apoio dos americanos. Esses militares vão ter um papel bem específico: treinar e dar a apoio estratégico às milícias sírias que combatem o grupo terrorista Estado Islâmico.

O envio de soldados - mesmo um contingente tão pequeno - representa uma grande mudança da política americana em relação à Síria. Desde que ordenou os primeiros bombardeios, em agosto de 2014, o presidente Barack Obama prometeu várias vezes que não mandaria um único soldado americano para lutar no país. Mas Obama nega que tenha mudado de ideia. Continua dizendo que a solução para guerra na Síria não é militar, e sim política.

Há uma tentativa de solução diplomática, mas o que se sabe enquanto isso é que essa guerra já matou 250 mil pessoas e produziu o drama dos refugiados na Europa. Nesta sexta-feira (30), houve um encontro em Viena para tratar do assunto. Pela primeira vez, os Estados Unidos convocaram a Rússia, o Irã e a Arábia Saudita para negociar uma saída para a guerra da Síria.

Irã e a Arábia Saudita são os dois países que têm mais influência na região. E eles têm visões bem diferentes sobre o futuro da Síria. O irã apoia o presidente sírio Bashar Al-Assad, e os sauditas preferem que ele deixe o poder o quanto antes.

Os Estados Unidos aceitem um meio-termo: aceitam que Al-Assad fique mais um tempo na presidência, mas apenas para cuidar de uma transição política.

No final do encontro, os negociadores pediram o apoio das Nações Unidas para que o governo e a oposição da Síria baixem as armas e dialoguem para chegar a uma solução pacífica.

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