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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

França realiza ataques aéreos contra EI na Síria

Correio do Brasil, com Sputnik Brasil – de Paris/Beirute:

A França realizou dois ataques aéreos contra um campo de treinamento do grupo terrorista Estado Islâmico nesta sexta-feira, declarou o ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian.


A França realizou dois ataques aéreos contra um campo de treinamento do grupo terrorista Estado Islâmico
A França realizou dois ataques aéreos contra um campo de treinamento do grupo terrorista Estado Islâmico

Segundo disse Jean-Yves Le Drian à estação de rádio local Europa 1, não é a primeira vez nem a última que a aviação francesa bombardeia posições do Estado Islâmico na Síria.

– Dois (caças) Rafale bombardearam o campo de treinamento (do Estado Islâmico). Os alvos foram atingidos – declarou.

O ministro felicitou os pilotos pela operação bem sucedida.

O Estado-Maior francês preparou a operação durante algumas semanas. O campo de treinamento alvejado é um local que fica em 5 km de Raqqa, “capital” dos terroristas, onde foram treinados jihadistas estrangeiros.

Segundo Le Drian, o objetivo da operação foi destruir o campo de treinamento “para que eles, terroristas do Estado Islâmico, não regressem à França para realizar atentados”. O serviço de inteligência francês tinha a certeza absoluta de que os militantes de origem francesa foram treinados naquele campo.

A missão aérea francesa foi coordenada com a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, liderada pelos EUA, para evitar o risco de interferência. Mas foi uma missão estritamente nacional, que se tornou possível graças ao alvo ter sido determinado por dados de reconhecimento franceses.

No fim de setembro a França realizou seu primeiro ataque contra posições do Estado Islâmico na Síria como a parte da coalizão internacional. No Iraque, a França continua a sua campanha aérea desde 2014.

Forças russas

O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, informou nesta sexta-feira que as forças aeroespaciais russas receberão 16 helicópteros de ataque Ka-52 Alligator, 18 caças multifunção Su-30SM Flanker e 11 jatos supersônicos de interceptação MiG-31 Foxhound antes do final do ano.

De acordo com o diretor técnico da Irkutsk, Alexander Sergunov, dois caças Su-30SM e dois Yak-130 estão prontos para serem entregues ao exército. Segundo ele, o contrato com o governo prevê a entrega adicional de 16 aeronaves do primeiro modelo e seis do outro ainda em 2015. Quase todos os aviões estão em fase final de produção.

Por sua vez, o diretor-geral da Nizhny Novgorod Aircraft Building Plant Sokol, Alexander Karezin, informou que a empresa realizou reparos e modernização de seis MiG-31BMs.

– Quatro das aeronaves foram entregues às unidades militares onde serão baseadas permanentemente e duas estão prontas para o voo. Cinco MiG-31BM e dois MiG-29UBM serão entregues ainda este ano – acrescentou Karezin.

A Rússia está passando por um programa de rearmamento de US$ 325 bilhões que modernizará 70% do seu equipamento militar até 2020.


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