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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Irã testa com sucesso novo míssil

Forças Terrestres

O Irã testou com êxito um novo míssil de longo alcance que tem a capacidade de ser guiado à distância, informou neste domingo o ministério de Defesa, que não informou o alcance exato do novo projétil, batizado de Emad.


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“É o primeiro míssil de longo alcance com a capacidade de ser guiado até o momento do impacto contra o alvo”, declarou o ministro da Defesa, o general Hossein Dehghan. O míssil foi construído em sua totalidade no Irã, informou o ministério em seu site, que também publicou fotos do projétil. A televisão divulgou imagens de seu lançamento.

“Nós não pedimos permissão a ninguém para aumentar nossa capacidade defensiva e balística e seguimos adiante com nosso programa (…) balístico com determinação”, acrescentou Dehghan.


Este programa inquieta as potências ocidentais e Israel, um Estado cuja existência não é reconhecida pelo Irã.

A resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, que ratificou o acordo nuclear alcançado em julho entre as grandes potências e o Irã, estipula um embargo de cinco anos para a venda e a compra de armas convencionais e proíbe durante cinco anos que Teerã fabrique mísseis balísticos com capacidade de transportar ogivas nucleares. Segundo o Irã, estes mísseis são puramente defensivos e não estão projetados para transportar armas nucleares, razão pela qual não são afetados pela resolução da ONU.


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