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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Irã testa com sucesso novo míssil

Forças Terrestres

O Irã testou com êxito um novo míssil de longo alcance que tem a capacidade de ser guiado à distância, informou neste domingo o ministério de Defesa, que não informou o alcance exato do novo projétil, batizado de Emad.


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“É o primeiro míssil de longo alcance com a capacidade de ser guiado até o momento do impacto contra o alvo”, declarou o ministro da Defesa, o general Hossein Dehghan. O míssil foi construído em sua totalidade no Irã, informou o ministério em seu site, que também publicou fotos do projétil. A televisão divulgou imagens de seu lançamento.

“Nós não pedimos permissão a ninguém para aumentar nossa capacidade defensiva e balística e seguimos adiante com nosso programa (…) balístico com determinação”, acrescentou Dehghan.


Este programa inquieta as potências ocidentais e Israel, um Estado cuja existência não é reconhecida pelo Irã.

A resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, que ratificou o acordo nuclear alcançado em julho entre as grandes potências e o Irã, estipula um embargo de cinco anos para a venda e a compra de armas convencionais e proíbe durante cinco anos que Teerã fabrique mísseis balísticos com capacidade de transportar ogivas nucleares. Segundo o Irã, estes mísseis são puramente defensivos e não estão projetados para transportar armas nucleares, razão pela qual não são afetados pela resolução da ONU.


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