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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Irã testa com sucesso novo míssil

Forças Terrestres

O Irã testou com êxito um novo míssil de longo alcance que tem a capacidade de ser guiado à distância, informou neste domingo o ministério de Defesa, que não informou o alcance exato do novo projétil, batizado de Emad.


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“É o primeiro míssil de longo alcance com a capacidade de ser guiado até o momento do impacto contra o alvo”, declarou o ministro da Defesa, o general Hossein Dehghan. O míssil foi construído em sua totalidade no Irã, informou o ministério em seu site, que também publicou fotos do projétil. A televisão divulgou imagens de seu lançamento.

“Nós não pedimos permissão a ninguém para aumentar nossa capacidade defensiva e balística e seguimos adiante com nosso programa (…) balístico com determinação”, acrescentou Dehghan.


Este programa inquieta as potências ocidentais e Israel, um Estado cuja existência não é reconhecida pelo Irã.

A resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, que ratificou o acordo nuclear alcançado em julho entre as grandes potências e o Irã, estipula um embargo de cinco anos para a venda e a compra de armas convencionais e proíbe durante cinco anos que Teerã fabrique mísseis balísticos com capacidade de transportar ogivas nucleares. Segundo o Irã, estes mísseis são puramente defensivos e não estão projetados para transportar armas nucleares, razão pela qual não são afetados pela resolução da ONU.


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