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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Marinha do Brasil na Operação Anhanduí

Poder Naval

No dias 14 e 15 de outubro, a Marinha do Brasil, por meio de meios subordinados ao Comando do 6º Distrito Naval, executou uma das Ações Críticas específicas da Operação Anhanduí, sob a coordenação Ministério da Defesa, onde foram reunidas tropas, equipamentos, veículos, embarcações e aeronaves, a fim de demonstrar e testar a capacidade operacional das Forças Armadas em situações de conflito no ambiente ribeirinho.

A Força Naval Componente participou da Operação com 5 navios, 1 aeronave UH-12 e 50 Fuzileiros Navais de Ladário, além de uma embarcação de Apoio Fluvial que atuou como figurativo inimigo.

Destacou-se nesta Operação a participação de 4 Lanchas Guardian 25 do Exército Brasileiro, pela primeira vez adjudicadas à Força Naval Componente, de forma a operar em conjunto com a Marinha do Brasil em águas pantaneiras.


Lancha Guardian 25

As Guardian 25 têm a capacidade de transportar 12 militares armados e equipados. Suas estruturas de combate permitem ainda a instalação de metralhadoras e lançador de granadas. Estes meios, além de possuir um calado máximo de 0,65m, ampliaram a velocidade de reação e a versatilidade da Força Naval Componente, permitindo a partir de agora o desenvolvimento do emprego doutrinário destes meios em operação eminentemente conjunta, na fronteira oeste do País.



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