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VÍDEO mostra fragata norueguesa afundando, tendo colidido após manobras da OTAN

A mídia divulgou novos vídeo e fotos da fragata norueguesa KMN Helge Ingstad, que colidiu com o navio petroleiro Sola TS junto à costa norueguesa em circunstâncias desconhecidas ao regressar das manobras da OTAN.
Sputnik

A fragata ficou com um grande rombo a estibordo atravessando a linha de água, sete marinheiros ficaram feridos. A tripulação abandonou o navio acidentado, que depois foi rebocado para águas menos profundas para evitar seu afundamento total.


Uns dias após o acidente (8), a fragata continua parcialmente acima da superfície da água, mas está completamente assente no fundo. Mais de 10 toneladas de combustível para helicópteros vazou para o mar.

Até o momento, não há nenhumas informações sobre o estado do armamento a bordo, incluindo mísseis de cruzeiro e antiaéreos, torpedos e artilharia.

O petroleiro Sola TS, por sua parte, não sofreu nenhum dano durante a colisão.

As razões do incidente estão sendo investigadas. Entre as possíveis causas estão a navegação da fragata em reg…

Marinha do Brasil na Operação Anhanduí

Poder Naval

No dias 14 e 15 de outubro, a Marinha do Brasil, por meio de meios subordinados ao Comando do 6º Distrito Naval, executou uma das Ações Críticas específicas da Operação Anhanduí, sob a coordenação Ministério da Defesa, onde foram reunidas tropas, equipamentos, veículos, embarcações e aeronaves, a fim de demonstrar e testar a capacidade operacional das Forças Armadas em situações de conflito no ambiente ribeirinho.

A Força Naval Componente participou da Operação com 5 navios, 1 aeronave UH-12 e 50 Fuzileiros Navais de Ladário, além de uma embarcação de Apoio Fluvial que atuou como figurativo inimigo.

Destacou-se nesta Operação a participação de 4 Lanchas Guardian 25 do Exército Brasileiro, pela primeira vez adjudicadas à Força Naval Componente, de forma a operar em conjunto com a Marinha do Brasil em águas pantaneiras.


Lancha Guardian 25

As Guardian 25 têm a capacidade de transportar 12 militares armados e equipados. Suas estruturas de combate permitem ainda a instalação de metralhadoras e lançador de granadas. Estes meios, além de possuir um calado máximo de 0,65m, ampliaram a velocidade de reação e a versatilidade da Força Naval Componente, permitindo a partir de agora o desenvolvimento do emprego doutrinário destes meios em operação eminentemente conjunta, na fronteira oeste do País.



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