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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

McCain: EUA devem responder à Rússia com ataques contra o exército sírio

O senador americano John McCain, presidente do Comitê da Forças Armadas do Senado, declarou que os EUA devem atacar instalações de importância para o regime sírio em resposta aos ataques aéreos da Rússia.


Sputnik

"Se a Rússia continuar atacando a oposição que apoiamos, devemos elevar o preço aos interesses russos, por exemplo, atacando alvos que são importantes para o regime de Assad", disse McCain.


Senador americano John McCain
John McCain © Fotobank.ru/Getty Images/ Win McNamee

Entre outras possíveis medidas para pressionar Moscou, o senador apontou o fornecimento de armas à Ucrânia, as sanções e o aumento do isolamento internacional da Rússia. A implicação russa no conflito, segundo McCain, "exige uma maior presença dos Estados Unidos nessa região."

Entretanto, nesta quinta-feira, os departamentos militares de EUA e Rússia informaram que estabelecerão contatos para garantir a segurança de voos sobre a Síria e trocaram propostas para cooperação nesse setor.

Caças russos Sukhoi Su-25, Su-24M e Su-34, com o apoio de aviões Su-30, começaram ataques precisos contra alvos do Estado Islâmico na Síria no dia 30 de setembro, após um pedido do presidente do país, Bashar Assad. Até agora, a aviação russa já bombardeou mais de 100 posições terroristas, destruindo postos de comando, campos de treinamento e arsenais.



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