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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Moscou confirma visita de representantes do Exército Livre da Síria à Rússia

O porta-voz oficial do ministério russo das Relações Exteriores, Mikhail Bogdanov, confirmou nesta segunda-feira, 26, informações de que representantes do Exército Livre da Síria (ELS) estiveram em Moscou para negociar a recente proposta de apoio por parte da Rússia.


Sputnik

"Eles estão sempre aqui. Alguns chegam, outros partem" – disse o diplomata.


Combatentes rebeldes de o primeiro regimento, que faz parte do Exército Livre da Síria, participam de um treinamento militar no campo ocidental de Aleppo 4 de maio de 2015
Combatentes do Exército Livre da Síria © REUTERS/ Hosam Katan

Respondendo à pergunta de se os representantes do ELS estiveram na Rússia na semana passada, Bognanov disse que "estiveram, inclusive, várias pessoas".

No último domingo (26) o chanceler russo Sergei Lavrov reafirmou a prontidão da Rússia em prestar apoio aéreo a grupos da “oposição patriótica, incluindo o ELS”. O único obstáculo, segundo o chanceler, é a falta de informações sobre a localização precisa dos rebeldes filiados ao grupo. Moscou não dispõe dessa informação, embora a tenha pedido repetidamente a países familiarizados com o ELS, incluindo os Estados Unidos e a Grã-Bretanha.

O próprio ELS, no entanto, não possui um consenso interno quanto à necessidade de aceitar a proposta da Rússia, e vários representantes do grupo já deram declarações contraditórias nesse sentido.

Além disso, em resposta à proposta russa, líderes rebeldes de grupos filiados ao ELS deram a entender que o ELS não passa de uma pequena e descentralizada organização sem uma liderança unificada e sem presença significativa em território do conflito sírio.


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