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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

National Interest sobre caça russo Su-34: máquina de destruição com asas

A Rússia vem empregando seus modernos caças Su-34 para atacar posições terroristas na Síria. Observador da revista The National Interest, Dave Majumdar, avaliou as características técnicas dessa avançada aeronave e encontrou nela algumas vantagens com relação ao seu mais próximo análogo norte-americano Boeing F-15.


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O autor do artigo lembra que o Su-34 foi criado durante a última década do governo soviético, sendo uma versão modernizada do caça Su-27, e hoje é o “mais avançado caça-bombardeiro russo”.




“Su-34 foi desenvolvido principalmente como um substituto para o desatualizado Su-24. Assim como o Su-24, os assentos do Su-34 estão dispostos lado a lado. Diferente do Su-24, o Su-34 é equipado com um sistema de autodefesa “ar-ar”” – diz o artigo.

O observador acredita que uma das principais vantagens do caça russo é a sua capacidade de portar mísseis tipo “ar-ar”.

“Além dos mísseis de curto alcance R-73 para combate aéreo próximo (…), o Su-34 é equipado com mísseis guiados “ar-ar” de longo alcance P-77 com um raio de ação de 700 milhas [cerca de 1130 metros]” – diz o autor.

Majumdar conta que os sistemas de localização do caça permitem detectar ameaças vindas por trás da aeronave e notificá-las à tripulação. Outra grande vantagem, segundo ele, é que o Su-34 é dotado de um sistema eletro-óptico de controle de fogo.

O autor do artigo destacou ainda a preocupação dos engenheiros russos em garantir um conforto nada característico nesse tipo de aeronave para a tripulação.

“Na cabine, atrás do assentos dos pilotos, está previsto um espaço que permite aos membros da tripulação levantar-se e até se alongar” – diz.

“A possibilidade de usar o Su-34 e outros aviões dá à Rússia a chance de testar seus mais novos armamentos em condições práticas de guerra” – conclui o observador.


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