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Turquia acionará judicialmente os EUA, caso entregas dos F-35 sejam bloqueadas

Segundo o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin, a Turquia recorrerá a medidas jurídicas caso as entregas dos F-35 sejam bloqueadas pelos EUA.
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Ibrahim Kalin citou para a mídia turca que "não é nada fácil rescindir este contrato, somos parte de um contrato multilateral, cumprimos com todas as exigências e pagamos, caso os EUA não cumpram, recorreremos à lei".

O Congresso americano decidiu recentemente suspender as entregas dos caças americanos de quinta geração F-35 à Turquia devido aos planos de Ancara de adquirir o sistema de defesa antiaérea russo S-400, além de ameaçá-la com sanções em diversas ocasiões, como citado em artigo da Sputnik Mundo.

O avançado sistema antiaéreo S-400 Triumph (SA-21 Growler, na classificação da OTAN) é capaz de abater alvos aéreos com tecnologia furtiva, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos táticos e táticos-operacionais, tem um alcance de até 400 km e pertence à geração 4+, sendo duas vezes mais eficaz que seus antecessores.

Os se…

O que OTAN está fazendo na Síria? Nada

Na altura em que os membros da comunidade internacional podem dar passos significativos para apoiar a Síria na luta contra os extremistas islâmicos, a OTAN decidiu adotar uma retórica violenta, opina o especialista.


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Em geral, uma resposta simples à pergunta sobre o que a Aliança do Atlântico Norte está fazendo na Síria seria “nada”, disse o jornalista Artem Aslanyan. “Os representantes da OTAN principalmente criticam o regime de Assad e os ataques aéreos russos na Síria”.




À aliança falta uma estratégia universal em relação à Síria. Os países-membros da OTAN não conseguiram apresentar uma durante a última cúpula da OTAN em setembro de 2014. Naquela altura, a guerra civil na Síria que já durava por anos e as atividades do Estado Islâmico eram ofuscadas pelo conflito na Ucrânia.

A partir daquele momento, pouco mudou.

“Quanto à Síria, a OTAN limita as suas atividades à missões de monitorização e prefere contar com a chamada oposição moderada para se opor ao regime sírio e o Estado Islâmico”, notou Aslanyan.

No presente momento dezenas de países fazem parte da coalizão liderada pelos EUA, que visa derrotar o Estado Islâmico, todavia os seus resultados são modestos.

A OTAN “não aspira a assumir responsabilidade duma intervenção aberta na Síria como aconteceu na Líbia em 2011”, o acrescentou o jornalista.

Há uma esperança que o deplorável estado atual na Líbia sirva como um aviso contra ações semelhantes em outros países.

O jornalista propôs uma outra explicação. Por um lado, a Carta da organização proíbe intervir em assuntos internos dos países soberanos, disse Aslanyan numa entrevista a Euronews. Por outro lado, o Irã, Hezbollah e a Rússia estão apoiando Damasco.

“Consequentemente a posição interna da OTAN sobre a Síria lembra mais uma cacofonia do que esforços juntos e coordenados”, afirmou.



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