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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

O que OTAN está fazendo na Síria? Nada

Na altura em que os membros da comunidade internacional podem dar passos significativos para apoiar a Síria na luta contra os extremistas islâmicos, a OTAN decidiu adotar uma retórica violenta, opina o especialista.


Sputnik

Em geral, uma resposta simples à pergunta sobre o que a Aliança do Atlântico Norte está fazendo na Síria seria “nada”, disse o jornalista Artem Aslanyan. “Os representantes da OTAN principalmente criticam o regime de Assad e os ataques aéreos russos na Síria”.




À aliança falta uma estratégia universal em relação à Síria. Os países-membros da OTAN não conseguiram apresentar uma durante a última cúpula da OTAN em setembro de 2014. Naquela altura, a guerra civil na Síria que já durava por anos e as atividades do Estado Islâmico eram ofuscadas pelo conflito na Ucrânia.

A partir daquele momento, pouco mudou.

“Quanto à Síria, a OTAN limita as suas atividades à missões de monitorização e prefere contar com a chamada oposição moderada para se opor ao regime sírio e o Estado Islâmico”, notou Aslanyan.

No presente momento dezenas de países fazem parte da coalizão liderada pelos EUA, que visa derrotar o Estado Islâmico, todavia os seus resultados são modestos.

A OTAN “não aspira a assumir responsabilidade duma intervenção aberta na Síria como aconteceu na Líbia em 2011”, o acrescentou o jornalista.

Há uma esperança que o deplorável estado atual na Líbia sirva como um aviso contra ações semelhantes em outros países.

O jornalista propôs uma outra explicação. Por um lado, a Carta da organização proíbe intervir em assuntos internos dos países soberanos, disse Aslanyan numa entrevista a Euronews. Por outro lado, o Irã, Hezbollah e a Rússia estão apoiando Damasco.

“Consequentemente a posição interna da OTAN sobre a Síria lembra mais uma cacofonia do que esforços juntos e coordenados”, afirmou.



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