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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

O que OTAN está fazendo na Síria? Nada

Na altura em que os membros da comunidade internacional podem dar passos significativos para apoiar a Síria na luta contra os extremistas islâmicos, a OTAN decidiu adotar uma retórica violenta, opina o especialista.


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Em geral, uma resposta simples à pergunta sobre o que a Aliança do Atlântico Norte está fazendo na Síria seria “nada”, disse o jornalista Artem Aslanyan. “Os representantes da OTAN principalmente criticam o regime de Assad e os ataques aéreos russos na Síria”.




À aliança falta uma estratégia universal em relação à Síria. Os países-membros da OTAN não conseguiram apresentar uma durante a última cúpula da OTAN em setembro de 2014. Naquela altura, a guerra civil na Síria que já durava por anos e as atividades do Estado Islâmico eram ofuscadas pelo conflito na Ucrânia.

A partir daquele momento, pouco mudou.

“Quanto à Síria, a OTAN limita as suas atividades à missões de monitorização e prefere contar com a chamada oposição moderada para se opor ao regime sírio e o Estado Islâmico”, notou Aslanyan.

No presente momento dezenas de países fazem parte da coalizão liderada pelos EUA, que visa derrotar o Estado Islâmico, todavia os seus resultados são modestos.

A OTAN “não aspira a assumir responsabilidade duma intervenção aberta na Síria como aconteceu na Líbia em 2011”, o acrescentou o jornalista.

Há uma esperança que o deplorável estado atual na Líbia sirva como um aviso contra ações semelhantes em outros países.

O jornalista propôs uma outra explicação. Por um lado, a Carta da organização proíbe intervir em assuntos internos dos países soberanos, disse Aslanyan numa entrevista a Euronews. Por outro lado, o Irã, Hezbollah e a Rússia estão apoiando Damasco.

“Consequentemente a posição interna da OTAN sobre a Síria lembra mais uma cacofonia do que esforços juntos e coordenados”, afirmou.



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