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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
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"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

O que OTAN está fazendo na Síria? Nada

Na altura em que os membros da comunidade internacional podem dar passos significativos para apoiar a Síria na luta contra os extremistas islâmicos, a OTAN decidiu adotar uma retórica violenta, opina o especialista.


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Em geral, uma resposta simples à pergunta sobre o que a Aliança do Atlântico Norte está fazendo na Síria seria “nada”, disse o jornalista Artem Aslanyan. “Os representantes da OTAN principalmente criticam o regime de Assad e os ataques aéreos russos na Síria”.




À aliança falta uma estratégia universal em relação à Síria. Os países-membros da OTAN não conseguiram apresentar uma durante a última cúpula da OTAN em setembro de 2014. Naquela altura, a guerra civil na Síria que já durava por anos e as atividades do Estado Islâmico eram ofuscadas pelo conflito na Ucrânia.

A partir daquele momento, pouco mudou.

“Quanto à Síria, a OTAN limita as suas atividades à missões de monitorização e prefere contar com a chamada oposição moderada para se opor ao regime sírio e o Estado Islâmico”, notou Aslanyan.

No presente momento dezenas de países fazem parte da coalizão liderada pelos EUA, que visa derrotar o Estado Islâmico, todavia os seus resultados são modestos.

A OTAN “não aspira a assumir responsabilidade duma intervenção aberta na Síria como aconteceu na Líbia em 2011”, o acrescentou o jornalista.

Há uma esperança que o deplorável estado atual na Líbia sirva como um aviso contra ações semelhantes em outros países.

O jornalista propôs uma outra explicação. Por um lado, a Carta da organização proíbe intervir em assuntos internos dos países soberanos, disse Aslanyan numa entrevista a Euronews. Por outro lado, o Irã, Hezbollah e a Rússia estão apoiando Damasco.

“Consequentemente a posição interna da OTAN sobre a Síria lembra mais uma cacofonia do que esforços juntos e coordenados”, afirmou.



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