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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Oficial do Irã destaca cooperação contra o terrorismo e diz que EUA só fazem publicidade

O novo comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, contra-almirante Ali Fadavi, afirmou nesta sexta-feira (9) que Teerã, Moscou, Damasco e Bagdá estão decididos a continuar a cooperação na luta contra o terrorismo na região. Ele ainda afirmou que os EUA só fizeram publicidade na região.


Sputnik

Técnicos reabastecem um Su-34 no aeroporto de Hmeimim, perto de Latakia, na Síria.
Sukhoi Su-34 sendo abastecido © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

"A Síria e o Iraque como países afetados pelo terrorismo e Irã e Rússia estão realmente cooperando para erradicar o terrorismo”, afirmou o oficial.
Segundo Fadavi, os ataques aéreos russos contra posições do Estado Islâmico na Síria são diferentes dos norte-americanos. Ele afirmou que as ações da Rússia têm surtido muito efeito, ao contrário dos EUA, que só fez propaganda com a situação.

Rússia, Irã, Síria e Iraque criaram um centro de intercâmbio de informações sobre a luta contra o terrorismo. A unidade formada há alguns dias terá seu comando trocado a cada três meses, em um rodízio entre os países. No entanto, todos os dados são enviados para os chefes militares nacionais.



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