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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

ONU suspende atividades humanitárias na Síria

A Organização das Nações Unidas (ONU) suspendeu seu trabalho humanitário na Síria por causa da atividade militar em determinadas áreas, informou nesta sexta-feira o enviado especial da ONU para o país, Staffan de Mistura.


Sputnik

A suspensão envolve atividades humanitárias nas cidades de Zabadani e Madaya, perto da fronteira com o Líbano, e nas vilas de Fua e Kafraya, no noroeste do país.




"A ONU pede que todas partes interessadas cumpram com suas responsabilidades na proteção de civis e cheguem aos entendimentos necessários para implementar um acordo o mais rápido possível", diz um comunicado distribuído nesta sexta.

Anteriormente, estavam em vigor várias tréguas nas quatro cidades, o que permitia a distribuição de ajuda humanitária à população local.

A coalizão internacional, encabeçada pelos Estados Unidos, realiza ataques aéreos na Síria desde 2014, mas sem a permissão do governo do país nem aval do Conselho de Segurança da ONU.

Desde 2011, a Síria é cenário de um conflito interno que já deixou cerca de 220 mil mortos, segundo os dados mais recentes da ONU.


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