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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Otan no Afeganistão diz que EUA violaram regras em ataque a hospital

John Campbell, que dirige missão afegã da Otan, deu declaração a jornal.
Hospital do Médicos Sem Fronteiras foi bombardeado no sábado.


France Presse

John Campbell, que dirige a missão da Otan no Afeganistão, afirmou que as tropas americanas não seguiram as regras que regem um ataque aéreo no bombardeio do hospital de Kunduz, informou o jornal The New York Times nesta quarta-feira.

Essas "regras de conduta" do exército americano ditam os procedimentos prévios a um ataque aéreo. Um bombardeio é legítimo apenas em caso de "eliminação de terroristas, proteção de soldados americanos em dificuldades e apoio às tropas afegãs", explica o jornal.

O bombardeiro no sábado de um hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras em Kunduz, que matou 22 pessoas, "muito provavelmente não entra em nenhuma dessas categorias", afirmou o general John Campbell, em declarações divulgadas pelo veículo.

Pior ainda, as forças americanas que realizaram o ataque aparentemente por um erro "não visualizaram o alvo" que seus colegas afegãos os pediam para atacar, explica a mesma fonte.

Na terça-feira, ante a comissão de Forças Armadas do senado, o general Campbell admitiu que o hospital do MSF foi bombardeado "por erro" em um ataque americano solicitado pelos afegãos, porém foi decidido por autoridades americanas.

Os soldados afegãos afirmaram que havia talibãs dentro do estabelecimento sanitário.

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