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Troféus de guerra: tecnologias militares desviadas nos últimos 20 anos

A espionagem na indústria militar é uma das formas mais eficazes de obter a tecnologia que não se possui. Na guerra invisível conduzida pelos serviços secretos todos os meios são usados.
Sputnik

A Sputnik conta sobre as tecnologias das quais, em vários momentos, os governos conseguiram se apropriar. 

Drone desaparecido

Em 4 de dezembro de 2011, o mais novo drone stealth norte-americano RQ-170 Sentinel desapareceu no oeste do Afeganistão. Segundo o Pentágono, alguém "cortou" o canal de comunicação entre o drone e o operador. Cinco dias depois, um veículo aéreo não tripulado com características de design semelhantes foi apresentado na televisão iraniana. Ainda não se sabe exatamente como o controle do drone foi interceptado. Especialistas acreditam que isso não poderia ter acontecido sem um moderno sistema de guerra eletrônica entregue ao Irã pela Rússia ou China. Não há informações oficiais sobre esse assunto.

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, apelou às autoridades da Repúbl…

Otan no Afeganistão diz que EUA violaram regras em ataque a hospital

John Campbell, que dirige missão afegã da Otan, deu declaração a jornal.
Hospital do Médicos Sem Fronteiras foi bombardeado no sábado.


France Presse

John Campbell, que dirige a missão da Otan no Afeganistão, afirmou que as tropas americanas não seguiram as regras que regem um ataque aéreo no bombardeio do hospital de Kunduz, informou o jornal The New York Times nesta quarta-feira.

Essas "regras de conduta" do exército americano ditam os procedimentos prévios a um ataque aéreo. Um bombardeio é legítimo apenas em caso de "eliminação de terroristas, proteção de soldados americanos em dificuldades e apoio às tropas afegãs", explica o jornal.

O bombardeiro no sábado de um hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras em Kunduz, que matou 22 pessoas, "muito provavelmente não entra em nenhuma dessas categorias", afirmou o general John Campbell, em declarações divulgadas pelo veículo.

Pior ainda, as forças americanas que realizaram o ataque aparentemente por um erro "não visualizaram o alvo" que seus colegas afegãos os pediam para atacar, explica a mesma fonte.

Na terça-feira, ante a comissão de Forças Armadas do senado, o general Campbell admitiu que o hospital do MSF foi bombardeado "por erro" em um ataque americano solicitado pelos afegãos, porém foi decidido por autoridades americanas.

Os soldados afegãos afirmaram que havia talibãs dentro do estabelecimento sanitário.

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