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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

OTAN: presença russa no Mediterrâneo preocupa os EUA

A presença militar russa no Mediterrâneo é uma preocupação para a segurança da OTAN, afirmou nesta terça-feira o almirante Mark Ferguson, líder do Comando de Força Aliada Conjunta.


Sputnik

"Esta remilitarização da política de segurança russa fica evidente pela construção de um 'arco de aço' do Ártico até o Mediterrâneo, começando em suas novas bases no Ártico até Kaliningrado no Báltico e a Crimeia no Mar Negro", afirmou Ferguson no Conselho do Atlântico, em Washington.


Almirante Mark Ferguson
Almirante Mark Ferguson © flickr.com/ Jim Greenhill

O comandante americano disse ainda que a Rússia introduziu sistemas de mísseis antiaéreos e novas plataformas por estar "construindo a capacidade de projetar força no domínio marítimo. Sua base na Síria agora lhes dá a oportunidade de fazer o mesmo no leste do Mediterrâneo."

Ferguson afirmou que recentemente a OTAN vem observando uma "manifestação de uma Marinha da Rússia mais agressiva e mais capaz", que está sendo utilizada para se concentrar nos mares que cercam a Rússia, assim como no Atlântico e no Mediterrâneo.

As declarações do comandante da Marinha americana vêm em um período em que os EUA vêm conduzindo exercícios navais multinacionais na região, inclusive com a Ucrânia, em um esforço para garantir aos aliados da OTAN que é possível responder com rapidez à suposta ameaça russa.

Como resposta, a Rússia alertou a OTAN de que a presença da Organização cada vez mais próxima às fronteiras russas é vista como uma atitude provocadora e uma ameaça à segurança regional.

"A intenção deles (Rússia) é ter a capacidade de possuir forças marítimas operando nessas áreas e, portanto, impedindo operações da OTAN", opinou Ferguson.



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