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Única mulher a bordo do submarino argentino desaparecido é oficial pioneira

Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é a 'primeira submarinista' da Argentina. O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes no Atlântico Sul.
G1

Única mulher no submarino militar argentino desaparecido com 44 tripulantes no Atlântico Sul, Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é descrita pela imprensa local como primeira oficial submarinista do país e da América do Sul. Ela ocupa o cargo de chefe de armas do ARA San Juan, que perdeu contato com a terra na sexta-feira (17).

Eliana nasceu em Oberá, na província de Misiones, no nordeste da Argentina, e só conheceu o mar aos 21 anos de idade, destaca o perfil do jornal "Clarín". Após se formar no ensino médio, ela se matriculou na Universidade de Misiones para fazer faculdade de Engenharia Industrial.

Duas tragédias familiares levaram Eliana a desistir do curso: a morte de um irmão, em um acidente de trânsito, e a morte da mãe, em decorrência de um problema cardíaco.

Em um perfil publicado em 2015 na revista "Viva", que …

Político sírio classifica a decisão dos EUA de enviar tropas como agressão

Um membro do parlamento da Síria, Sharif Shehadeh, disse que a decisão dos EUA de enviar tropas para o país é uma "agressão", pois não houve acordo com o governo.


Sputnik

Um membro do parlamento da Síria, Sharif Shehadeh, disse que a decisão dos EUA de enviar tropas para o país é uma "agressão", pois não houve acordo com o governo. 


Tio Sam
© AFP 2015/ FILIPPO MONTEFORTE

Segundo Shehadeh, a presença das tropas não terá efeito, mas Washington quer dizer que está presente na Síria.

Os EUA decidiram enviar 50 tropas especiais para auxiliar as forças curdas e árabes no norte da Síria no combate ao Estado Islâmico. A coalizão liderada pelos EUA contra o grupo extremista tem feito ataques aéreos desde setembro de 2014, matando 12 mil membros, mas sem enfraquecer o grupo.

A decisão norte-americana de enviar as tropas para a Síria veio um mês após a Rússia iniciar ataques aéreos contra os insurgentes no país. Os ataques russos tiveram aprovação do governo sírio.

O acordo de paz na Síria foi o tema de discussão, realizada ontem, entre os chefes da diplomacia dos EUA, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Rússia e Irã, que resultou em um documento de uma página com nove cláusulas, entre as quais estavam a manutenção da unidade territorial do país, de suas instituições e do caráter secular do Estado sírio. Além disso, foi reforçado o princípio já definido nas conferências de Genebra 1, de 2012, e Genebra 2, de 2014, de que a transição será realizada com a convocação de uma nova assembleia constituinte e eleições supervisionadas pela ONU.

O principal ponto de impasse está no futuro de Bashar al-Assad, cuja manutenção no poder é defendida por Rússia e Irã e descartada por EUA, Europa e Arábia Saudita. Um novo encontro entre os chanceleres deve ocorrer dentro de 15 dias, em Viena, na Austria.



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