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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Poroshenko: operação da Rússia na Síria nos aproxima da terceira guerra mundial

O presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, chamou à operação da aviação russa na Síria contra o grupo terrorista Estado Islâmico de "completamente irresponsável".


Sputnik

A respectiva declaração foi feita pelo presidente da Ucrânia durante o discurso perante estudantes do Instituto Militar Taras Shevchenko de Kiev,na quarta-feira (7).


Presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko
Piotr Poroshenko © AFP 2015/ ODD ANDERSEN

"Temos que compreender o que significa para cada um de nós a agressão da Federação da Rússia na Síria, mesmo que pareça tão distante. E como estes passos, completamente irresponsáveis, nos aproximaram da terceira guerra mundial", disse.


Em 30 de setembro a Rússia iniciou sua ofensiva aérea contra as posições do grupo terrorista Estado Islâmico na Síria em resposta a um pedido oficial de ajuda militar apresentado por Damasco. Segundo os dados do Ministério da Defesa russo, os ataques lançados pelos caças Su-34, Su-24M e Su-25 já destruíram uma série de infraestruturas do Estado Islâmico e danificaram significativamente a rede de comando e apoio logístico dos militantes. Os alvos dos ataques são escolhidos com base nos dados de reconhecimento russo e sírio.

O embaixador sírio na Rússia, Riad Haddad, confirmou que foram realizados ataques aéreos do exército sírio, apoiados pelas forças aeroespaciais russas, contra organizações terroristas armadas, e não contra fações da oposição política ou civis.


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