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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Presidente do Egito elogia Rússia por papel estabilizador na Síria

Em uma conversa telefônica com Vladimir Putin, o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, descreveu como positiva a contribuição da Rússia para a estabilização da situação na Síria, informou nest quinta-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.


Sputnik

Segundo Peskov, Sisi telefonou ao Kremlin para dar os parabéns pelo aniversário de Putin. "Os lados também discutiram a operação militar russa como apoio ao exército da Síria", explicou o porta-voz.


Vladimir Putin e Abdel Fattah al-Sisi
Vladimir Putin e Abdel Fattah al-Sisi © AP Photo/ Mikhail Klementyev

"Sisi fez uma avaliação positiva das ações executadas pelas Forças Armadas russas na Síria", ressaltou.

Caças russos Sukhoi Su-25, Su-24M e Su-34, com o apoio de aviões Su-30, começaram ataques precisos contra alvos do Estado Islâmico na Síria no dia 30 de setembro, após um pedido do presidente do país, Bashar Assad.

Na última quarta-feira, a Rússia também disparou contra alvos do Estado Islâmico 26 mísseis de cruzeiro de navios de guerra posicionados no Mar Cáspio.

Em contraste, a coalizão liderada pelos Estados Unidos vem executando ataques aéreos contra o Estado Islâmico na Síria desde setembro de 2014 sem autorização do Conselho de Segurança da ONU e sem consentimento do governo Assad.



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