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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Putin nega a possibilidade da operação russa no solo sírio

Na entrevista ao canal televisivo Rossiya 1 o presidente Vladimir Putin disse que a operação na Síria estava planejada com antecedência, não foi uma ação espontânea. A Rússia realizou o reconhecimento aéreo e espacial antes de iniciar a operação síria, acrescentou o presidente.


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"A Rússia notificou os seus parceiros ocidentais da operação na Síria de antemão para demonstrar disposição para a cooperação", disse Vladimir Putin em uma entrevista para o programa noticioso Vesti Nedeli.


Presidente russo Valdimir Putin
 Vladimir Putin © Sputnik/ Aleksey Nikolskyi

“O fizemos [informamos] por boa vontade, se baseando na racionalidade e por desejo de mostrar que estamos dispostos ao trabalho conjunto. Além disso, Moscou não está a perder a esperança de que outros países vão se juntar à sua operação na Síria", acrescentou o presidente russo.

Vladimir Putin também confirmou que os prazos da operação russa na Síria são limitados pelos da ofensiva do exército sírio.

Além disso, Putin destacou que a Rússia não pretende se meter nos conflitos religiosos na Síria.

Para o momento do início da operação russa, 11 países já realizaram ataques no território sírio.

Os especialistas russos já enviaram as suas propostas sobre o combate ao terrorismo na Síria ao Pentágono.

No entanto, não está claro porque os EUA se recusaram a compartilhar os dados sobre o Estado Islâmico.

“Nós dissemos… nos dêem os objetivos. Eles se recusaram. Disseram: não vamos trabalhar neste nível. Não está claro porque, se eles na verdade sabem melhor e querem combater ao terrorismo”, disse Vladimir Putin durante a entrevista ao canal televisivo russo Rossiya 1.

O presidente adicionou que a política externa russa é pacifica, sem exagerar, a Rússia não precisa dos territórios adicionais, não ha necessidade de entrar no conflito com ninguém.

Vladimir Putin disse que a Rússia não tem nenhum desejo de reconstruir um império. O essencial é de proteger a sua independência e a soberania.

“Não temos nenhum desejo de reconstruir um império, reconstruir a União Soviética, mas temos que proteger a nossa independência e soberania russa e nós, com certeza, o fazíamos e vamos fazer”, afirmou o presidente.

Desde 30 de setembro a Rússia começou a realizar ataques aéreos contra as instalações do Estado Islâmico (EI) na Síria sob o pedido do presidente Bashar Assad. Por enquanto a Força Aeroespacial russa fez duas centenas de ataques contra os terroristas, destruindo cerca de 300 militantes, campos de treinamento, centros de comando, armazéns dos armamentos e outras instalações. Além disso, 26 mísseis de cruzeiro foram lançados pelos navios da Frota do mar Cáspio que atingiram com sucesso os alvos do EI.

O Estado-Maior russo disse que os militantes do EI sofrem perdas significativas e estão mudando a tática, se escondendo nas povoações. Segundo os militares russos, os alvos são escolhidos na base dos dados da inteligência russa, síria, iraquiana e iraniana. Se usam armamentos de alta precisão.

O embaixador da Síria para a Rússia, Riad Haddad, confirmou antes que os ataques são realizados contra os agrupamentos armados, nem a oposição ou civis. Segundo ele, cerca de 40% das infraestruturas jihadistas no país árabe foram destruídas desde o início das operações militares russas.


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