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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

Putin nega a possibilidade da operação russa no solo sírio

Na entrevista ao canal televisivo Rossiya 1 o presidente Vladimir Putin disse que a operação na Síria estava planejada com antecedência, não foi uma ação espontânea. A Rússia realizou o reconhecimento aéreo e espacial antes de iniciar a operação síria, acrescentou o presidente.


Sputnik

"A Rússia notificou os seus parceiros ocidentais da operação na Síria de antemão para demonstrar disposição para a cooperação", disse Vladimir Putin em uma entrevista para o programa noticioso Vesti Nedeli.


Presidente russo Valdimir Putin
 Vladimir Putin © Sputnik/ Aleksey Nikolskyi

“O fizemos [informamos] por boa vontade, se baseando na racionalidade e por desejo de mostrar que estamos dispostos ao trabalho conjunto. Além disso, Moscou não está a perder a esperança de que outros países vão se juntar à sua operação na Síria", acrescentou o presidente russo.

Vladimir Putin também confirmou que os prazos da operação russa na Síria são limitados pelos da ofensiva do exército sírio.

Além disso, Putin destacou que a Rússia não pretende se meter nos conflitos religiosos na Síria.

Para o momento do início da operação russa, 11 países já realizaram ataques no território sírio.

Os especialistas russos já enviaram as suas propostas sobre o combate ao terrorismo na Síria ao Pentágono.

No entanto, não está claro porque os EUA se recusaram a compartilhar os dados sobre o Estado Islâmico.

“Nós dissemos… nos dêem os objetivos. Eles se recusaram. Disseram: não vamos trabalhar neste nível. Não está claro porque, se eles na verdade sabem melhor e querem combater ao terrorismo”, disse Vladimir Putin durante a entrevista ao canal televisivo russo Rossiya 1.

O presidente adicionou que a política externa russa é pacifica, sem exagerar, a Rússia não precisa dos territórios adicionais, não ha necessidade de entrar no conflito com ninguém.

Vladimir Putin disse que a Rússia não tem nenhum desejo de reconstruir um império. O essencial é de proteger a sua independência e a soberania.

“Não temos nenhum desejo de reconstruir um império, reconstruir a União Soviética, mas temos que proteger a nossa independência e soberania russa e nós, com certeza, o fazíamos e vamos fazer”, afirmou o presidente.

Desde 30 de setembro a Rússia começou a realizar ataques aéreos contra as instalações do Estado Islâmico (EI) na Síria sob o pedido do presidente Bashar Assad. Por enquanto a Força Aeroespacial russa fez duas centenas de ataques contra os terroristas, destruindo cerca de 300 militantes, campos de treinamento, centros de comando, armazéns dos armamentos e outras instalações. Além disso, 26 mísseis de cruzeiro foram lançados pelos navios da Frota do mar Cáspio que atingiram com sucesso os alvos do EI.

O Estado-Maior russo disse que os militantes do EI sofrem perdas significativas e estão mudando a tática, se escondendo nas povoações. Segundo os militares russos, os alvos são escolhidos na base dos dados da inteligência russa, síria, iraquiana e iraniana. Se usam armamentos de alta precisão.

O embaixador da Síria para a Rússia, Riad Haddad, confirmou antes que os ataques são realizados contra os agrupamentos armados, nem a oposição ou civis. Segundo ele, cerca de 40% das infraestruturas jihadistas no país árabe foram destruídas desde o início das operações militares russas.


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