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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia aperta o cerco: 64 missões, 55 alvos do EI destruídos

As Forças Aeroespaciais russas executaram 64 missões e atingiram 55 alvos do Estado Islâmico, informou o Ministério da Defesa da Rússia neste sábado.


Sputnik

Os militares russos aumentaram a intensidade dos voos de combate na Síria com o crescente número de alvos do Estado Islâmico, informou neste sábado o Ministério da Defesa da Rússia.


Caça bombardeiro tático russo Su-24
Sukhoi Su-24 Fencer © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

A maior intensidade de nossas missões de combate se deve a um aumento significativo no número de alvos em solo identificados por reconhecimento aéreo e em terra no território da República Árabe da Síria”, informou o major general Igor Konashenkov. Ele afirmou também que os ataques russos, conduzidos por caças Su-34, Su-24M e Su-25M, destruíram alvos de apoio logístico e técnico, bem como áreas fortificadas com morteiros e depósitos de munição e alimentos.

“Isso levou a uma grande redução do potencial de combate dos grupos armados, de sua mobilidade e de sua capacidade de conduzir operações ofensivas”, completou Konashenkov. “De acordo com transmissões de rádio interceptadas, os militantes têm escassez de armas, munição e lubrificantes. Alguns combatentes estão sem ânimo e se movimentam rumo a leste e nordeste.”

Segundo Konashenkov, o Estado Islâmico atualmente passa por uma ação de “restauração urgente da capacidade de combate dos grupos armados” e, por isso, vem tentando movimentar armas, equipamentos militares e veículos pelo território sírio. Nas últimas 24 horas, os centros de comando do EI em Raqqa, Hama, Damasco e Aleppo foram os principais alvos dos ataques russos.

Caças da Força Aérea russa destruíram 29 depósitos e bases do Estado Islâmico na província de Hama, disse o general. Além disso, ataques também atingiram dois centros de comando do EI e 23 fortificações. Caças Su-24M destruíram uma grande fortificação em Aleppo. “Artilharias com morteiros, depósitos de munição subterrâneos e alimentos armazenados foram localizados”, disse Konashenkov. “Como resultado do lançamento preciso de uma bomba BETAB-500, uma explosão ocorreu, destruindo construções de engenharia dos militantes.”

A Rússia enviou aos Estados Unidos o esboço de um documento sobre as medidas necessárias para evitar incidentes aéreos entre as Forças Aeroespaciais russas e a coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico na Síria. Moscou espera uma notificação oficial de Washington. Konashenkov apontou que o documento “foi rapidamente enviado pelos canais de comunicação estabelecidos com os EUA.”

Caças russos Sukhoi Su-25, Su-24M e Su-34, com o apoio de aviões Su-30, começaram ataques precisos contra alvos do Estado Islâmico na Síria no dia 30 de setembro, após um pedido do presidente do país, Bashar Assad. Até agora, a aviação russa já bombardeou mais de 100 posições terroristas, destruindo postos de comando, campos de treinamento e arsenais.



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